Médico denunciado por crime sexual não é ginecologista

O médico Joaquim de Sousa Lima Neto, de 58 anos, preso suspeito de abusar sexualmente de pacientes em Goiânia não tem registro como ginecologista no Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego). O presidente do conselho, Leonardo Reis afirmou que o médico consta como regular no sistema do Cremego, mas ele não tem especialidade em nenhuma área. “Ele é credenciado como médico, mas não tem nenhuma especilidade cadastrada”. A entrevista foi concedida à TV Anhanguera no início da tarde de ontem. Ainda de acordo com Leonardo, isso pode ser mais um agravante no processo instaurado contra o médico no Cremego.

Joaquim Neto já havia sido condenado em 2015 pelo crime de violação sexual mediante fraude de outras pacientes, mas sua defesa recorreu da decisão e o profissional acabou pagando multa e os três anos de pena foram convertidos em prestação de serviço comunitário. Em dezembro de 2017, o médico abusou de mais três outras pacientes durante exames ginecológicos de rotina e, em um dos casos, teria submetido uma das vítimas a prática do sexo oral. O médico tem mais de 30 anos de carreira e já trabalhou em um grande hospital de Goiânia. Mais de 50 vítimas já foram identificadas pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam). Quinze casos já são investigados.

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Início do Verão: O que esperar nas previsões climáticas?

O verão no Hemisfério Sul iniciou neste sábado, 21, às 6h20 (horário de Brasília), trazendo mudanças rápidas nas condições do tempo. Caracterizado por chuvas intensas e ventos fortes, este período também marca os dias mais longos e temperaturas elevadas em todo o país.

Segundo o Prognóstico Climático de Verão divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno La Niña terá uma duração mais curta nesta estação. A probabilidade de prevalecimento dessas condições é de 60% entre janeiro e março, caindo progressivamente para 40% entre fevereiro e abril de 2025. A meteorologista do Inmet, Maytê Coutinho, explica que as previsões climáticas indicam o predomínio de chuvas abaixo da média climatológica em grande parte do país.

Regiões afetadas pelas previsões

A região Norte é uma exceção, com previsão de chuvas acima da média. No Nordeste, o total de chuvas entre janeiro e março deverá ser menor. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas devem ficar entre o normal e abaixo da média. “Mesmo com a previsão de chuvas abaixo da média, no noroeste do Nordeste podem ocorrer chuvas mais volumosas em alguns períodos”, pondera Maytê Coutinho.

Na região Sul, onde os volumes de chuvas são naturalmente menores nesta época do ano, as chuvas devem permanecer na faixa normal ou abaixo do normal. No Rio Grande do Sul, a previsão é de chuvas no extremo sul do estado inferiores a 400 milímetros.

Condições oceânicas e zona de convergência intertropical

As águas mais quentes no Atlântico Tropical Norte e mais frias no Atlântico Tropical Sul formam condições para a manutenção da Zona de Convergência Intertropical atuando ao norte da sua posição média climatológica. Essas condições podem impactar atividades econômicas como a agropecuária, a geração de energia por meio de hidrelétricas e a reposição hídrica para manutenção dos reservatórios de abastecimento de água em níveis satisfatórios.

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