Vapt Vupt é ponto de coleta de óleo de cozinha usado

Unidades do Vapt Vupt são pontos de coleta do projeto Olho no Óleo da Saneago. O projeto incentiva o descarte correto do óleo de cozinha usado e oferece descontos nas faturas cobradas pela Companhia. Criado em 2012, o projeto já recebeu 558 mil litros de óleo usado. desde 2012.

O descarte correto do óleo de cozinha usado é fundamental para evitar a obstrução das redes de esgoto. Estudos realizados pela Saneago apontam que 25% dos extravasamentos de esgoto são causados pelo descarte incorreto de óleo em pias e ralos.

OLHO NO ÓLEO

O projeto Olho no Óleo é dividido em duas categorias: pequeno gerador e grande gerador. O pequeno gerador é representado pelos consumidores residenciais, enquanto os grandes geradores são formados por bares, restaurantes, condomínios residenciais, supermercados e outros.

O pequeno gerador deve entregar o óleo em garrafa tipo PET, com tampa rosqueável, em um posto de coleta da Saneago.

PONTOS DE COLETA

Em todo o estado, as agências Vapt Vupt localizadas nas cidades participantes do projeto são ponto de coleta do resíduo, com exceção da unidade Praça Cívica, em Goiânia.

Já em relação aos grandes geradores de resíduos, a partir do cadastro da empresa, a própria Saneago faz a coleta no estabelecimento.

Atualmente, o Olho no Óleo está em operação nos municípios de Goiânia, Anápolis, Itumbiara, Morrinhos, cidade de Goiás, Goiatuba, Santa Helena de Goiás e Inhumas.

Em breve, São Luís de Montes Belos também estará participando do programa. O óleo entregue à Saneago é encaminhado para a produção de biodiesel, contribuindo também com o meio ambiente.

BONIFICAÇÃO

Para ganhar desconto na fatura de água, o consumidor deverá agendar atendimento em uma unidade Vapt Vupt, por meio do portal do Vapt Vupt , selecionando o serviço AGEND. SANEAGO.

No atendimento, o cliente entrega o resíduo recolhido, que será medido, e deverá informar o número de uma conta da Saneago para ser beneficiada.  A cada litro de óleo entregue, é creditado o desconto de R$ 0,50 na sua próxima fatura.

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Declaração de rebanho deve ser feita à Agrodefesa até dia 31, em Goiás

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) alerta os pecuaristas goianos que termina na próxima terça-feira, 31, o prazo para a declaração de rebanho obrigatória no Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago).

Devem ser declaradas informações cadastrais atualizadas, as mortes, os nascimentos e a evolução de todas as espécies existentes nas propriedades de todos os municípios do Estado. A medida está prevista na Portaria nº 473/2024 da Agrodefesa.

“A declaração de rebanho permite a Agrodefesa acompanhar a produção pecuária no Estado e desenvolver ações de defesa sanitária animal, impulsionando a economia goiana. Nossos pecuaristas são nossos parceiros e entendem a necessidade da ação, por isso, reforçamos o cuidado com o prazo, que termina no próximo dia 31 de dezembro”, salienta o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.

O Sidago está disponível no endereço https://sidago.agrodefesa.go.gov.br. O acesso ao Sistema para declaração de rebanho é feito por meio de login e senha de acesso exclusivos do titular da propriedade.

Declaração de rebanho – particularidades

A depender do tipo de rebanho, algumas informações complementares são exigidas do pecuarista, durante a declaração. O produtor rural deverá informar na declaração de rebanho o mês de nascimento de todos os bovinos e bubalinos nascidos após a 1ª Etapa/2024 do mês de maio.

No caso dos produtores de leite, também está disponibilizada a opção de compartilhamento de dados com os laticínios aos quais fornecem o produto. O fornecimento das informações aos laticínios é medida obrigatória, estabelecida de acordo com a legislação pertinente, a qual determina que o leite só pode ser recebido de propriedades que estejam sanitariamente regulares.

Conforme consta do Decreto Estadual nº 5.652/2002, o produtor deve comprovar que está regular com a vacina de brucelose e demais obrigações sanitárias para que possa comercializar o leite que produz.

Para realizar o compartilhamento das informações via Declaração de Rebanho e Vacinação – Etapa Novembro 2024, o produtor deverá acessar o Sidago com seu login e senha e clicar em Declaração de Rebanho e Vacinação.

Nesta etapa deverá responder “sim” à pergunta se é produtor de leite e também à permissão que seus dados sejam compartilhados via Sidago para a venda de leite ao laticínio. Será solicitado ainda o CNPJ da empresa que recebe o leite. Feito isso, o produtor deverá realizar o restante da declaração e salvar.

No lançamento dos dados de suínos e aves, a Portaria também estabelece que deverão ser informadas na declaração somente estabelecimentos caracterizados como criatórios ou criações de fundo de quintal, ou seja, animais criados para subsistência.

Outra particularidade é que, nos 119 municípios considerados de alto risco para a raiva, em Goiás, os pecuaristas que realizaram a vacinação contra a doença de 1º de novembro a 15 de dezembro, além da declaração de rebanho, também devem realizar a comprovação da imunização antirrábica.

“A declaração de rebanho é obrigatória por ser uma importante medida sanitária para a realização de diferentes ações da Agrodefesa, sejam elas de fiscalização agropecuária, de inspeção sanitária ou mesmo em situações emergenciais, como no caso de algum foco de doença. Auxilia na garantia da sanidade dos rebanhos e do consumidor final, pelo acompanhamento feito pelo Governo de Goiás”, complementa a gerente de Sanidade Animal, Denise Toledo.

Trânsito

A Portaria nº 473/2024 da Agrodefesa, também orienta o trânsito de animais durante o período da declaração de rebanho. De acordo com a norma, fica proibido o trânsito de quaisquer espécies animais, para entrada e saída, cujas propriedades de origem e destino não tenham realizado a declaração de rebanho, exceto aos animais destinados ao abate imediato.

Durante o período da campanha, também fica determinado que a entrada de animais em leilões e feiras pecuárias somente será permitida após o cumprimento das medidas sanitárias estabelecidas na legislação. Neste caso, o estabelecimento leiloeiro não poderá abrigar os animais para participação de leilões em datas futuras, quando a origem desses animais não estiver regular quanto ao cumprimento das medidas sanitárias estabelecidas na legislação.

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