Trabalhador morre em acidente fatal em obra no litoral de São Paulo: autoridades investigam

Trabalhador morre durante acidente em obra no litoral de São Paulo

Um homem, de 43 anos, faleceu após um acidente de trabalho em uma obra na cidade de Praia Grande, no litoral paulista. A Polícia Civil está investigando o caso, que foi registrado como morte suspeita no 3º DP da região. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a investigação busca esclarecer as circunstâncias que levaram ao trágico incidente.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência no bairro Vila Caiçara, onde os profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estavam prestando socorro ao trabalhador. Infelizmente, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. O proprietário da construtora responsável pela obra compareceu ao 3º Distrito Policial e informou que ele e o engenheiro não estavam presentes no momento do acidente.

A Secretaria de Segurança Pública solicitou exames periciais ao Instituto de Criminalística para esclarecer os fatos. O caso foi registrado como morte suspeita e está sendo investigado pelas autoridades do 3º DP de Praia Grande. A prefeitura da cidade afirmou que a obra possui Alvará de Execução emitido pela Secretaria de Urbanismo, garantindo que estava regular.

Até o momento da última atualização desta reportagem, o canal DE não obteve retorno da construtora para comentar o ocorrido. A falta de informações detalhadas sobre o acidente e a morte do trabalhador geram preocupação e deixam questões em aberto. A comunidade espera por mais esclarecimentos sobre o ocorrido para entender as circunstâncias que levaram a essa fatalidade. Medidas de segurança no ambiente de trabalho são essenciais para evitar acidentes como este.

É importante que os órgãos responsáveis atuem de forma eficaz e transparente na investigação do caso, garantindo justiça e prevenção de futuros acidentes. A segurança dos trabalhadores deve ser uma prioridade em todas as obras e ambientes laborais. A tragédia ocorrida em Praia Grande serve como alerta para a importância da fiscalização e adoção de medidas preventivas para preservar vidas e garantir a integridade de todos os profissionais.

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Primo de jovem desaparecida no interior de SP cobra investigação: ‘Eu quero uma resposta’

Primo de jovem do PI que sumiu a caminho do trabalho no interior de SP cobra
investigação: ‘Eu quero uma resposta’

Lívia Marques, de 18 anos, está desaparecida desde o dia 9 de novembro, quando
saiu de casa em Jardinópolis para trabalhar em Ribeirão Preto. Família acompanha
buscas e levanta suspeitas.

Lívia Barbosa dos Santos Marques, de 18 anos, desapareceu há um mês e meio em
Jardinópolis, SP — Foto: Arquivo Pessoal

A família da balconista Lívia Barbosa dos Santos Marques, que desapareceu no
início de novembro em Jardinópolis (SP), na região de Ribeirão Preto (SP),
quando estava a caminho do trabalho, cobrou a Polícia Civil sobre a
investigação.

Luann Marques, que é primo dela, se mudou de Regeneração (PI), a 2.195
quilômetros, para acompanhar o caso,
mas diz que até o momento, não houve avanços na apuração.

> “Eu quero uma resposta. Eu preciso de uma resposta. O que está acontecendo com
> a gente aqui hoje é um grande descaso de informação. A minha tia [mãe de
> Lívia] começa a se questionar: ‘será que é por que a gente é de família
> humilde? Por que a gente é nordestino? A gente não tem resposta. Eu já não sei
> mais como argumentar com a polícia”, diz.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que as buscas pela
desaparecida seguem em andamento na 3ª Delegacia de Homicídios de Ribeirão Preto.

> “Já foram realizadas diligências na cidade de Jardinópolis com auxílio de
> câmeras de segurança, assim como o cumprimento de mandado de busca e
> apreensão, coleta de material genético de familiares e a representação de
> medidas cautelares de inteligência.”

Lívia, que é natural de Regeneração, tem 18 anos e se mudou para Jardinópolis em
janeiro deste ano em busca de melhores condições de vida. Ela estava morando com
uma tia e conseguiu emprego em uma loja no shopping em Ribeirão Preto. Parte do dinheiro que ganhava como balconista mandava para os pais, que ficaram em Regeneração. Cerca de três semanas antes de desaparecer, Lívia alugou uma kitnet em Jardinópolis e foi morar sozinha. Ela começou a se relacionar com um homem, que, coincidentemente, é da cidade natal dela. Mas, segundo o primo, a família não aprovava o relacionamento por causa do comportamento agressivo dele. A mãe, inclusive, pediu à filha para terminar a relação.

Lívia, que é natural de Regeneração, tem 18 anos e se mudou para Jardinópolis em
janeiro deste ano em busca de melhores condições de vida. Ela estava morando com
uma tia e conseguiu emprego em uma loja no shopping em Ribeirão Preto. Parte do dinheiro que ganhava como balconista mandava para os pais, que ficaram em Regeneração. Cerca de três semanas antes de desaparecer, Lívia alugou uma kitnet em Jardinópolis e foi morar sozinha. Ela começou a se relacionar com um homem, que, coincidentemente, é da cidade natal dela. Mas, segundo o primo, a família não aprovava o relacionamento por causa do comportamento agressivo dele. A mãe, inclusive, pediu à filha para terminar a relação.

No dia 9 de novembro, Lívia saiu de casa pela manhã, como fazia todos os dias, para pegar o ônibus e ir para o trabalho. No entanto, ela nunca chegou ao destino. Imagens de câmeras de segurança obtidas pela polícia mostram Lívia saindo de casa, levando uma mochila como de costume e usando o uniforme da loja. No mesmo dia, a tia deu falta da sobrinha, chamou a polícia e esteve com agentes na casa da jovem. Segundo o boletim de ocorrência, não havia indícios que levantassem suspeitas de crime. O primo diz que a jovem não tem histórico de doença mental ou problemas que pudessem motivar uma eventual fuga.

Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil como desaparecimento. A tia e uma amiga de Lívia que prestaram depoimento levantaram suspeitas contra o homem com quem ela estava se relacionando. Elas alegaram que já tinham visto o rapaz ser agressivo com a balconista. A amiga, inclusive, disse à polícia que Lívia havia terminado o relacionamento, mas o homem insistia em reatar. De acordo com Luann, o homem chegou a ser interrogado pela Polícia Civil, mas negou qualquer participação no desaparecimento de Lívia.

De acordo com Luann, à medida que o tempo passa, a angústia da família só aumenta e a incerteza sobre o paradeiro da jovem virou um drama.
A g1 perguntou à Polícia Civil sobre a identificação de um possível suspeito no desaparecimento, mas as autoridades não comentaram o assunto. Quem tiver informações que possam ajudar no paradeiro de Lívia pode entrar em contato pelo número 190, da Polícia Militar, ou pelo Disque-denúncia, no 181.

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