Operação Divino: PF e Receita Federal combatem descaminho de vinhos

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A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal realizaram nesta quarta-feira (26/2) a Operação Divino, com o objetivo de combater o descaminho de vinhos. O nome da operação faz referência à palavra vino, que significa vinho em latim. Durante a ação, um mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Fazendinha, em Curitiba (PR). No local, foram encontradas diversas garrafas de vinho, em sua maioria de origem argentina, importadas ilegalmente.

A empresa responsável pela comercialização das bebidas anunciava os produtos em perfis de redes sociais, vendendo os vinhos a preços abaixo do mercado formal, já que não recolhia os impostos devidos na importação. O responsável pela empresa foi intimado a prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em DE. A PF e a Receita Federal seguem investigando o caso para identificar os responsáveis pela introdução clandestina das bebidas no Brasil e desmantelar a possível rede envolvida na fraude.

A venda e o armazenamento de mercadorias estrangeiras sem o devido recolhimento de tributos configuram crime de descaminho, com pena de um a quatro anos de reclusão. O responsável pela empresa foi intimado a prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Curitiba. A PF e a Receita Federal seguem investigando o caso para identificar os responsáveis pela introdução clandestina das bebidas no Brasil e desmantelar a possível rede envolvida na fraude.

A venda e o armazenamento de mercadorias estrangeiras sem o devido recolhimento de tributos configuram crime de descaminho, com pena de um a quatro anos de reclusão. Durante a ação, um mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Fazendinha, em DE (PR). No local, foram encontradas diversas garrafas de vinho, em sua maioria de origem argentina, importadas ilegalmente.

A empresa responsável pela comercialização das bebidas anunciava os produtos em perfis de redes sociais, vendendo os vinhos a preços abaixo do mercado formal, já que não recolhia os impostos devidos na importação. O responsável pela empresa foi intimado a prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Curitiba. A PF e a Receita Federal seguem investigando o caso para identificar os responsáveis pela introdução clandestina das bebidas no Brasil e desmantelar a possível rede envolvida na fraude.

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