Trump critica Brasil

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O governo Trump critica o Brasil por multar empresas americanas, defendendo a soberania e a liberdade de expressão. Veja como a tensão entre os dois países está aumentando.

Crítica do governo dos EUA ao Brasil

O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, criticou recentemente o Brasil por impor multas a empresas americanas. A crítica veio após decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que resultaram em punições financeiras às redes sociais X e Rumble. O governo dos EUA argumenta que essas ações são incompatíveis com os valores democráticos, incluindo a liberdade de expressão.

Mensagem do Departamento de Estado

Em uma mensagem publicada no X, o Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado afirmou que “o respeito à soberania é uma via de mão dupla com todos os parceiros dos EUA, incluindo o Brasil.” A declaração destaca que bloquear o acesso à informação e impor multas a empresas sediadas nos EUA por se recusarem a censurar indivíduos que lá vivem é incompatível com esses valores.

Suspensão da plataforma Rumble

Essa crítica ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinar a suspensão no Brasil da plataforma Rumble devido ao descumprimento de decisões da Corte, incluindo o pagamento de uma multa. No ano passado, o X também foi suspenso no Brasil, mas o acesso foi restabelecido após a rede social concordar com as determinações do STF, incluindo o pagamento de uma multa que chegou a R$ 28,6 milhões.

Nova multa imposta ao X

Recentemente, Moraes determinou o “imediato pagamento” de uma nova multa imposta ao X, no valor de R$ 8,1 milhões, também relacionada a uma conta de Allan dos Santos. A rede social já informou que irá pagar o valor.

Ação judicial da Rumble

A Rumble entrou com um processo judicial contra Moraes nos Estados Unidos por suposta violação da soberania americana. As empresas Trump Media & Technology Group, comandadas por Donald Trump, também ingressaram com ação. No entanto, a justiça americana negou um pedido de liminar apresentado no processo, afirmando que as decisões de Moraes não se aplicam à jurisdição dos EUA sem que a parte ré seja intimada de acordo com os protocolos estabelecidos.

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