O mar de Copacabana está lotado de praticantes de stand up paddle, atraídos pelas águas cristalinas e tranquilas. Segundo o oceanógrafo David Zee, ventos arrastam águas superficiais mais limpas e quentes para a região.
Águas cristalinas e tranquilas atraem multidões em Copacabana
O Rio de Janeiro amanheceu com uma multidão de praticantes de stand up paddle no mar de Copacabana, na Zona Sul da cidade, na manhã de quinta-feira, 27 de fevereiro. Era possível ver centenas de pessoas e, inclusive, alguns grupos conversando enquanto assistiam ao nascer do sol. As águas do mar do Rio estão cristalinas e têm atraído muitos banhistas desde as primeiras horas do dia, transformando o local em um cenário paradisíaco que fez o Rio ganhar o apelido de “Caribe de Janeiro”. Além da água límpida, o mar está morninho, o que agrada ainda mais os visitantes.
Condições do mar
Os ventos arrastam as águas superficiais de alto mar em direção ao Rio de Janeiro. Essas águas estão mais aquecidas e, principalmente, são águas mais límpidas. Ao chegar ao Rio de Janeiro, nessa época, tivemos também umas três ou quatro semanas sem chuva. Então, não existe uma contaminação muito forte das águas continentais trazendo eventualmente as impurezas, explica o oceanógrafo David Zee.
Previsão do tempo
A previsão para essa quinta-feira era de um dia ensolarado e quente, com previsão de 37°C no Rio, com sensação em torno dos 40°C à tarde. A Região Metropolitana segue sem previsão de chuva. Os ventos continuam fracos a moderados, mas com rajadas mais intensas no litoral, entre 50 e 60 km/h. O calor e a umidade ainda estimulam a formação de instabilidades no decorrer da tarde, sobretudo por áreas das regiões Sul e Serrana. Além disso, ventos em níveis mais elevados da atmosfera também contribuem para a chuva nas regiões Norte e Noroeste Fluminense.