Influenciadores presos em operação contra plataformas de jogos ilegais

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Influenciadores são presos em operação de combate à plataformas de jogos ilegais

Nas redes sociais, a dupla compartilhava mensagens que incentivavam os seguidores a apostarem na plataforma. As promessas eram de ganhos exorbitantes e com baixo investimento. Suspeitos foram preso na Grande BH e no Rio de Janeiro.

Dois influenciadores foram presos em uma operação contra crimes cometidos por meio de plataformas jogos de ilegais. De acordo com a Polícia Civil, a operação JackPot prendeu um homem e uma mulher, ambos de 24 anos, em Vespasiano, na Grande BH, e no Rio de Janeiro.

Nas redes sociais, a dupla compartilhava mensagens que incentivavam os seguidores a apostarem na plataforma. As promessas eram de ganhos exorbitantes, com baixo investimento e retorno rápido.

De acordo com as investigações, ambos ostentavam uma vida de luxo nas redes sociais. Juntos, os dois somam mais de 2 milhões de seguidores.

> “Uma pessoa com fragilidade emocional, ou com alguma tendência ao vício, acaba
> acreditando nessa história. Vemos famílias, relações destruídas por causa dos
> jogos ilegais”, disse o delegado Anderson Kopke, delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.

Entre as postagens estavam frases de efeito, vídeos editados e fotos que mostravam o alto padrão de vida que os suspeitos levavam. Ambos moravam em condomínios fechados de luxo. Segundo a polícia, os envolvidos já tiveram relacionamento amoroso anteriormente e chegaram a ser sócios, no entanto, viviam separados.

Ainda segundo o delegado, as investigações estão sob sigilo e uma das etapas desse processo é tentar localizar quem está por trás dessas plataformas, também conhecidas como bets. Os suspeitos também devem responder por lavagem de dinheiro.

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda divulgou uma série de portarias que autorizam o funcionamento de mais 37 sites de apostas no Brasil. A autorização para o funcionamento das bets vale por cinco anos, com encerramento em 31 de dezembro de 2029.

Cada empresa pagou uma outorga de R$ 30 milhões para funcionar regularmente. A maioria desses sites já tinha obtido, em outubro do ano passado, uma autorização para operar no Brasil de forma temporária e, agora, a autorização é definitiva.

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