Policial militar é morto e outro é preso em confronto contra a própria
corporação no PR, diz PM
DE recebeu denuncia de que droga em casa estaria sendo carregada em carro. Houve
troca de tiros e polícia descobriu depois que se tratavam de PMs de folga. 450
quilos de maconha foram encontrados na residência.
Um policial militar foi morto e outro foi preso em flagrante na quinta-feira
(27) após confronto contra a própria corporação no Paraná, informou a Polícia
Militar do Paraná (PM-PR). O caso foi registrado em Foz do Iguaçu.
Assista ao vídeo acima.
Segundo a PM, por meio de uma denúncia anônima, foi repassada a informação de
que uma casa na cidade estava sendo usada para o carregamento de drogas. “A
agência local de inteligência do Batalhão, após realizar vigilância no local,
ratificou a veracidade da denúncia”, diz nota da PM.
Com a confirmação da denúncia, uma equipe do Batalhão de Polícia de Choque foi
acionada e afirma ter visto dois suspeitos armados nos fundos da residência. De
acordo com a polícia, ao perceberem a aproximação da equipe, ambos sacaram as
armas e passaram a disparar contra a equipe da PM.
Os suspeitos, na sequência, foram para a lateral da casa e a PM afirma que
policiais presentes no local ouviram “som de correria sobre os telhados”. A
polícia revidou os disparos, iniciando um confronto.
Os dois suspeitos foram mortos, um deles sendo identificado como policial
militar, que estava de folga. Outros dois suspeitos que também estavam na
residência foram presos, sendo um deles também policial militar de folga.
Na casa, foram apreendidos cerca de 450 quilos de maconha. Os nomes dos
envolvidos não foram divulgados.
Em nota, a PMPR afirmou que instaurou um procedimento administrativo para apurar
a conduta dos policiais militares “envolvidos no ilícito penal”, enquanto o
policial militar detido ficará à disposição da justiça.
> “A corporação destaca ainda que não compactua com desvios de conduta e se
> coloca à disposição da população que tiver mais informações sobre o ocorrido
> para aprofundar ainda mais as investigações”.