A Advocacia-Geral da União (AGU), sob a gestão do ministro Jorge Messias, avalia a possibilidade de solicitar o reembolso dos valores investidos na contratação dos serviços jurídicos de um escritório nos Estados Unidos. Isso significa que o presidente Bolsonaro e seu filho Eduardo podem ser cobrados pela AGU em relação ao contrato que envolveu cerca de R$ 18,9 milhões. A decisão de buscar o ressarcimento foi confirmada e demonstra a postura mais criteriosa do órgão na fiscalização dos investimentos públicos. Com a foto de José Cruz/Agência Brasil, o anúncio da AGU de reaver os gastos do contrato com o escritório de advocacia nos EUA reflete um posicionamento firme em relação à transparência e à responsabilidade financeira. A possibilidade de cobrança aos Bolsonaros demonstra a seriedade com que a AGU trata as despesas da administração pública, buscando zelar pelo dinheiro dos contribuintes e garantir a legalidade das contratações internacionais. A medida da AGU revela seu compromisso com a ética e a transparência no trato com recursos públicos, colocando em evidência a importância da responsabilidade fiscal e da accountability na gestão governamental. A escolha de buscar o reembolso dos valores envolvidos no contrato com o escritório nos EUA destaca a necessidade de garantir a lisura, a eficiência e a conformidade dos atos administrativos, reforçando o papel fundamental da AGU na defesa dos interesses do Estado e da sociedade brasileira.