O Consórcio Anhanguera Segurança anunciou que a Secretaria de Engenharia de Trânsito possui uma dívida de mais de R$ 7,8 milhões, referentes aos meses de junho, julho, agosto e setembro de 2025. Diante da situação, a suspensão dos radares foi considerada inevitável. A retomada dos serviços ficará condicionada ao pagamento integral dos valores devidos. A Secretaria de Engenharia de Trânsito assegurou que os pagamentos pendentes serão realizados na próxima semana e que não haverá impacto na fiscalização eletrônica. O Centro de Controle Operacional (CCO) de Goiânia, inaugurado recentemente, permite a integração de câmeras e radares ao banco de dados das forças de segurança. Além da Anhanguera Segurança, o Consórcio Fiscaliza Gyn também enfrenta problemas financeiros, acumulando R$ 3,5 milhões em débitos referentes aos meses de junho a outubro de 2025. O Consórcio anunciou que não pretende suspender os serviços no momento, após obter a liberação para emissão das notas fiscais pendentes.




