A Câmara de Vila Nova de Gaia decidiu realizar uma auditoria no projeto Skyline/Centro Cultural e de Congressos, que resultou em acusações de corrupção para o ex-vice-presidente socialista Patrocínio Azevedo e mais 15 pessoas. O executivo municipal, liderado por Luís Filipe Menezes, anunciou a medida através de um comunicado. A informação veio à tona após o coletivo de juízes do Tribunal de Gaia revelar que a autarquia retirou a sua participação como assistente no processo Operação Babel. A nova gestão municipal enfatizou a necessidade de investigar detalhadamente a parceria público-privada responsável pela construção, destacando a falta de concurso público e violações do Plano Diretor Municipal. O projeto, que nunca saiu do papel, foi considerado ilegal e prejudicial aos cofres públicos.



