Na audiência de custódia realizada hoje, um fato curioso chamou a atenção envolvendo Jair Bolsonaro (PL), que agora cumpre pena de prisão. Ao ser questionado sobre seu endereço, ele não conseguiu responder. Mesmo após meses em prisão domiciliar, Bolsonaro afirmou não lembrar onde vivia. A defesa já está preparando os documentos para que ele possa participar da remição de pena por leitura. O sistema penal brasileiro permite a redução da pena por meio da leitura de obras literárias, científicas ou filosóficas, desde que acompanhadas de resenhas aprovadas pelas autoridades prisionais. Entre os títulos que podem ser disponibilizados para Bolsonaro estão obras nacionais conhecidas, como “Capitães da Areia”, “O Alienista” e “Vidas Secas”, e obras estrangeiras clássicas como “1984” e “A Revolução dos Bichos”. A seleção final das obras dependerá da aprovação da unidade prisional. Os livros devem ser físicos e registrados pelo presídio, sendo que cada um lido e resenhado pode reduzir até quatro dias de pena. A administração da prisão definirá o cronograma de entrega das obras e os prazos para avaliação das resenhas.




