Descubra opções de lazer educativo na Grande São Luís em 2026: Orla Viva, Amares e Parque Botânico da Vale para aprendizado sobre a natureza.

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Conheça locais na Grande São Luís para visitar em 2026 e aprender sobre o cuidado com a natureza

Institutos e associações ou empresas promovem opções de lazer educativo e contato com a natureza, ajudando na conscientização e preservação da biodiversidade maranhense.

1 de 8 Orla Viva, Amares e Parque Botânico da Vale são boas opções para visitar
e aprender sobre o cuidado com a natureza — Foto: Divulgação

Orla Viva, Amares e Parque Botânico da Vale são boas opções para visitar e
aprender sobre o cuidado com a natureza — Foto: Divulgação

Quem permanece na ilha de São Luís [https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/sao-luis/] em 2026, ou busca opções de lazer educativo, pode encontrar espaços que unem contato com a natureza, ciência e educação ambiental.

Entre parques, institutos de pesquisa e associações ambientais, é possível conhecer de perto iniciativas voltadas à preservação da biodiversidade, especialmente dos ecossistemas aquáticos e costeiros do Maranhão.

Veja os vídeos que estão em alta no g1 [https://s04.video.glbimg.com/x240/992055.jpg]

Veja os vídeos que estão em alta no DE

O DE reuniu três locais que podem ser visitados em 2026, com foco no cuidado e proteção da biodiversidade da natureza maranhense, conscientização e lazer. Confira abaixo:

INSTITUTO AMARES

2 de 8 Lobo marinho resgatado pelo Instituto Amares no Rio Mearim, na baixada maranhense. — Foto: Instituto Amares.

Lobo marinho resgatado pelo Instituto Amares no Rio Mearim, na baixada maranhense. — Foto: Instituto Amares.

O Instituto Amares atua diretamente na pesquisa e conservação dos ecossistemas aquáticos, com foco especial na fauna marinha. A instituição desenvolve estudos científicos voltados à ampliação do conhecimento sobre a biodiversidade, principalmente de vertebrados aquáticos, como botos, peixes-boi e baleias.

Além da pesquisa, o instituto realiza o resgate de animais marinhos encalhados. Quando os animais chegam sem vida, as carcaças são encaminhadas para estudos que investigam a biologia das espécies, a saúde do ambiente e a causa da morte. Já os animais resgatados com vida passam por reabilitação e, após recuperação, são reintroduzidos na natureza.

Atualmente, a base do Instituto Amares em São Luís está em fase de estruturação para receber visitantes e em 2026 deverá oferecer uma exposição científica.

“Estamos montando esqueletos no instituto pra receber visitantes. Aqui em São Luís teremos esqueletos completos de boto-cinza, peixe-boi marinho e cachalote montados, além de crânios e outras peças, para apresentar a diversidade de espécies e formas dos tetrápodes marinhos”, afirma Nathali Ristau, coordenadora de pesquisas do Amares.

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