Bolsonaro retorna à prisão após ser operado pela oitava vez

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Bolsonaro deixou o hospital em um comboio escoltado pela Polícia Militar e carros sem distintivos, rumo à superintendência da Polícia Federal. O juiz rejeitou o pedido de prisão domiciliar por motivos humanitários, destacando a ausência de fatos novos que justificassem a mudança. O ex-mandatário foi operado para bloquear os nervos frênicos e interromper suas crises de hipo, problema recorrente nos últimos meses.

As intervenções recentes somam-se à lista de cirurgias abdominais pelas quais Bolsonaro passou, após o atentado de 2018. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses por liderar um golpe de Estado contra o presidente atual, Luiz Inácio Lula da Silva.

Após as cirurgias, a equipe médica terá acesso para sua assistência, fornecendo medicamentos e alimentos preparados pela família. A reincidência das crises de hipo levou a múltiplas operações para bloquear os nervos frênicos e controlar os movimentos do diafragma.

O retorno à custódia policial acontece após a negativa do juiz em conceder a prisão domiciliar, baseando-se na falta de justificativas concretas. A equipe médica terá papel fundamental na recuperação de Bolsonaro, que enfrentou problemas abdominais e obstruções intestinais nas cirurgias anteriores.

Desde a saída do hospital, Bolsonaro está sob custódia da Polícia Federal, após as operações para bloquear os nervos frênicos e conter as crises de hipo. As cirurgias visam tratar os problemas abdominais recorrentes do ex-presidente, que cumpre pena de prisão pelos atos golpistas de 2022 a 2023.

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