O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou sua decisão de não renunciar ao cargo de escrivão na Polícia Federal, posto para o qual foi aprovado em concurso público em 2010. No entanto, a possibilidade de reassumir suas funções encontra sérios obstáculos devido ao risco de prisão iminente ao retornar ao Brasil. Essa informação foi apurada pela analista de Política da CNN, Jussara Soares, durante o CNN Prime Time.
Eduardo Bolsonaro é réu em uma ação penal por coação no curso do processo, relacionada a sua atuação nos Estados Unidos. Ele é investigado por supostas tentativas de interferência dos EUA na política interna brasileira. Até mesmo aliados do ex-deputado reconhecem que a manutenção do cargo na PF parece cada vez mais remota, devido à impossibilidade de retornar ao Brasil a curto prazo, o que torna praticamente inevitável a perda do cargo.
Eduardo Bolsonaro foi aprovado no concurso da Polícia Federal em 2010 e trabalhou em São Paulo antes de ingressar na carreira política. Em seu pronunciamento, ele destacou sua contribuição para a aposentadoria na PF, evidenciando o interesse em manter o vínculo com a instituição. Apesar da possível perda do cargo na PF, o Partido Liberal (PL) planeja aproveitar o potencial eleitoral de Eduardo, visando sua candidatura ao Senado Federal nas próximas eleições, mesmo que seja necessário fazer campanha à distância.




