Mulher é encontrada morta em barraca na mata da UFAM; companheiro é preso suspeito do crime em Manaus. Érica Lopes Xavier, de 39 anos, foi encontrada sem vida na tarde de sábado em uma barraca na mata da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), na capital. O suspeito do crime, Jonathan dos Santos Bernardo, de 36 anos, foi preso após ter sido agredido por moradores no bairro Coroado, Zona Sul da cidade.
Segundo informações da Polícia Militar, familiares da vítima relataram que Jonathan confessou ter matado Érica e indicou o local onde o corpo estava. Após o aviso, a polícia foi acionada e se dirigiu à área de mata da UFAM, onde o casal residia em uma barraca improvisada. O corpo de Érica apresentava sinais de asfixia e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necroscópicos.
Ao retornarem para a base da 11ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), os policiais presenciaram um homem sendo agredido por moradores no bairro Coroado, que posteriormente foi identificado como Jonathan. Após a intervenção policial e o atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o suspeito foi levado ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio para receber cuidados médicos.
Após a alta hospitalar, Jonathan foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação do caso, buscando esclarecer as circunstâncias que levaram à morte de Érica e o linchamento do suspeito. O desfecho dessa triste história de violência doméstica em Manaus será acompanhado de perto pelas autoridades competentes.
A comunidade local se manifestou com repúdio à violência e busca por justiça diante do ocorrido. A união dos moradores em repudiar atos como esse, além de fundamental para combater a violência doméstica, contribui para o fortalecimento de medidas preventivas e de proteção às vítimas. A repercussão do caso serve de alerta para a importância da denúncia e do apoio às pessoas que estejam em situações de vulnerabilidade.
As autoridades reforçam a importância da denúncia de casos de violência doméstica, bem como do acolhimento e suporte adequados às vítimas. A sociedade como um todo deve se mobilizar na luta contra a violência, promovendo a conscientização e a busca por soluções efetivas que garantam a segurança e a integridade de todos. A memória de Érica Xavier ecoa como um lembrete da urgência em enfrentar e combater qualquer forma de violência contra a mulher.




