Desaparecimento de mãe e filha no Rio Chapecozinho em Santa Catarina: busca pela menina de 9 anos continua

desaparecimento-de-mae-e-filha-no-rio-chapecozinho-em-santa-catarina3A-busca-pela-menina-de-9-anos-continua

Desaparecimento de mãe e filha no feriado de ano novo em Santa Catarina: o que se sabe e o que falta saber

Patrícia Sechini, de 33 anos, foi localizada a 10 km do local do acidente. Buscas pela filha de 9 anos seguem.

O Corpo de Bombeiros faz buscas por uma menina de 9 anos que desapareceu junto da mãe no Rio Chapecozinho em Xanxerê, uma das principais cidades do Oeste de Santa Catarina.

As duas sumiram na quinta (1º) durante um momento de lazer entre a família. A mulher, identificada como Patrícia Sechini, foi localizada morta no sábado (3).

Veja abaixo o que se sabe e o que falta saber sobre o caso:

1. O que aconteceu?
2. Onde elas desapareceram?
3. Quem foi encontrada e quem segue desaparecida?
4. Como foi a operação de resgate do corpo de uma das vítimas?
5. Como ocorreram as buscas?

O QUE ACONTECEU?

Mãe e filha de 9 anos desapareceram no anoitecer de quinta-feira (1º). A mulher e a menina estavam em um momento de lazer com o namorado de Patrícia. Em um determinado instante, as duas se aproximaram do fundo do Rio Chapecozinho e foram levadas pela correnteza.

ONDE ELAS DESAPARECERAM?

O caso aconteceu em Xanxerê, nas proximidades da Linha Violtão, interior da cidade de 11 mil moradores.

QUEM FOI ENCONTRADA E QUEM SEGUE DESAPARECIDA?

Patrícia Sechini foi encontrada presa às margens do rio na manhã de sábado. Ela estava a cerca de 10 quilômetros do local do acidente. A filha dela seguia desaparecida até a tarde desta segunda-feira (5).

COMO FOI A OPERAÇÃO DE RESGATE DO CORPO DE UMA DAS VÍTIMAS?

Foram ao menos 7 horas de trabalho. A retirada do corpo de Patrícia ocorreu após uma operação iniciada ao meio-dia, cujo acesso ao local só foi possível por volta das 16h30. A ação foi concluída às 19h, com a remoção da vítima.

Bombeiros explicam sobre buscas por mãe e filha desaparecidas no Oeste de Santa Catarina.

COMO OCORRERAM AS BUSCAS?

Na quinta, após o desaparecimento das vítimas, foram mais de cinco horas de buscas, que pararam apenas com a piora da visibilidade, com o avançar da noite. A procura foi retomada na manhã de sexta e segue desde então. A corporação explicou que o local é de difícil acesso e não é possível fazer as buscas com embarcação por causa do alto volume de água e força da correnteza. Também é perigosa a procura com mergulhadores. Por causa disso, os trabalhos são feitos por terra. O drone ajuda a fazer a varredura do local.

LEIA TAMBÉM: Quatro jovens vindos de MG somem juntos em Santa Catarina, Mega da Virada: quantas apostas foram premiadas em Santa Catarina, Carro é flagrado em Florianópolis com passageiro em piscina improvisada na caçamba.

Box de Notícias Centralizado

🔔 Receba as notícias do Diário do Estado no Telegram e no WhatsApp