Feminicídio em Carutapera: Suspeito de assassinar Rosana Silva é preso em Goiás

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Um crime chocante ocorrido em novembro de 2025 na cidade de Carutapera, no Maranhão, teve como vítima Rosana Silva, uma mulher de 36 anos. As investigações apontaram Ezequias de Oliveira Cardoso como o principal suspeito do feminicídio. Recentemente, ele foi localizado e preso na cidade de Silvânia, em Goiás, após ação conjunta entre a Polícia Militar de Goiás e a Polícia Civil do Maranhão.

Segundo relatos de testemunhas, Ezequias foi visto entrando na casa de Rosana pouco antes do corpo da vítima ser encontrado. Próximo a ela, a polícia encontrou um tijolo e um pedaço de fio elétrico, possivelmente utilizados no crime. Após cometer o homicídio, o suspeito fugiu da cidade, mas foi capturado no interior de Goiás, encerrando assim sua tentativa de escapar da justiça.

A prisão de Ezequias trouxe algum alívio para a família e amigos de Rosana, que aguardavam por respostas e por justiça desde a tragédia. Esse desfecho demonstra a importância da atuação integrada entre as forças de segurança de diferentes estados, visando a captura de criminosos e a resolução de casos graves como esse. O feminicídio é um crime que assola a sociedade e demanda uma resposta firme por parte das autoridades competentes.

A identificação e prisão de suspeitos de feminicídio são passos importantes na luta contra a violência de gênero. A conscientização, prevenção e punição efetiva desses crimes são fundamentais para proteger mulheres em situações de vulnerabilidade. Espera-se que a justiça seja feita no caso de Rosana Silva, trazendo um pouco de paz para seus entes queridos e para todos que foram impactados por essa tragédia.

Este caso serve como alerta para a gravidade do feminicídio e para a necessidade de enfrentar e combater essa violência de forma contundente. A sociedade como um todo deve se mobilizar no sentido de buscar soluções e políticas eficazes para prevenir esse tipo de crime e proteger as mulheres. A prisão do suspeito é um passo na direção certa, mas é preciso mais esforços coletivos para garantir a segurança e a integridade das mulheres em todo o país.

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