Como os EUA conseguiram romper a defesa aérea venezuelana?

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Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, afirmou que os sistemas russos de defesa antiaérea não funcionaram conforme o esperado durante a invasão da Venezuela. De acordo com o historiador militar Markus Reisner, os sistemas russos poderiam ter tido um desempenho melhor tecnicamente. No entanto, os EUA apostaram na supressão da defesa antiaérea inimiga, em ataques cibernéticos ao sistema de comando e controle da defesa aérea e em operações internas conduzidas pela CIA e DIA. Entre 2008 e 2014, a Venezuela recebeu sistemas antiaéreos russos, mas especialistas acreditam que o país possuía ainda mais modelos, formando uma defesa densa. No entanto, com a chegada de novos sistemas russos em 2024, Maduro destacou a capacidade do país em possuir mísseis Igla-S. A defesa aérea venezuelana, composta por sistemas russos e radares chineses, era uma das mais fortes da América Latina. Durante a operação militar americana, um ataque cibernético permitiu a aproximação de aeronaves dos EUA sem serem detectadas, resultando na destruição de instalações de defesa aérea que protegiam Caracas. Após anos de manutenção precária e falta de peças sobressalentes, apenas uma fração dos sistemas de defesa aérea venezuelanos estava operacional no momento do ataque.

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