O anúncio do acordo entre o Mercosul e a União Europeia gerou reações diversas no Congresso Nacional. Líderes ressaltam os benefícios econômicos e diplomáticos, ao passo que membros da oposição solicitam uma revisão do texto para proteção dos interesses nacionais. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, comemorou a cooperação internacional, enaltecendo-a como um vetor de prosperidade histórica e redução de conflitos.
Da mesma forma, o líder do governo na Câmara, José Guimarães, considerou o acordo uma vitória histórica da diplomacia brasileira. Já o deputado Rodolfo Nogueira, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, criticou a condução do governo nas negociações, enfatizando a falta de reciprocidade e a proteção insuficiente aos produtores nacionais no texto final. No Senado, Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores, expressou a necessidade de aprovação do acordo até julho e negociou a criação de uma subcomissão para acompanhar seus impactos.
Por outro lado, o governo também se manifestou sobre o acordo. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, considerou a iniciativa um dos movimentos mais relevantes para o Mercosul em décadas. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ressaltou a importância do livre-comércio para o agronegócio brasileiro, apontando as oportunidades geradas. Em resumo, as reações variam de elogios entusiasmados a críticas construtivas, demonstrando a complexidade e a importância do tema nos debates legislativos.




