O ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, alugou um carro Jeep Commander em Brasília no dia 5 de março de 2025, pagando R$ 8 mil. Mesmo estando autoexilado nos Estados Unidos, ele recebeu um reembolso de R$ 5.333,34 da Câmara dos Deputados. Além disso, uma nota de abastecimento do veículo no valor de R$ 195,68 foi datada em 9 de março. Outras notas incluíram despesas como manutenção de escritório, telefonia, locação de veículos automotores, táxis e combustíveis, totalizando R$ 15.615,82 em gastos do gabinete em março de 2025.
O uso da cota parlamentar visa cobrir despesas dos congressistas em mandato, como passagens e aluguel de escritórios. Eduardo deixou de receber a cota em setembro daquele ano, quando a transparência dos gastos da Câmara foi suspensa. Não ficou claro se o aluguel e abastecimento foram para terceiros. O ex-deputado foi cassado por faltas na Câmara e está nos EUA desde fevereiro do ano anterior, mas sem autorização para voto remoto.
Inicialmente, entrou em licença e posteriormente tentou votar à distância, sem sucesso. As faltas ocasionaram sua cassação, pois ausências em um terço das sessões implicam perda de mandato conforme a Constituição. Não há necessidade de análise do caso no Conselho de Ética ou plenário.




