Alambiques históricos, bebidas premiadas e turismo rural no interior do estado: conheça as ‘Rotas da Cachaça’ em SP
Trajetos foram lançados em dezembro de 2025 para fortalecer patrimônio cultural e estimular o turismo em rotas que conectam produtores, história, gastronomia e experiências ligadas ao destilado.
Dia da Cachaça é celebrado em Vera Cruz; bebida é considerada patrimônio nacional.
Da Rússia vem a vodka, do México a tequila, e do Brasil a cachaça. Produzida a partir da fermentação e destilação da cana-de-açúcar, a bebida é um dos maiores símbolos da cultura brasileira, com quase 500 anos de história e reconhecimento internacional.
Para valorizar esse patrimônio cultural e estimular o turismo rural, o Governo de São Paulo lançou as Rotas da Cachaça, um conjunto de trajetos turísticos que conectam produtores, alambiques históricos, gastronomia regional e experiências ligadas à bebida.
Ao todo, são dez rotas, que reúnem 65 produtores distribuídos pelo interior paulista — regiões onde a cachaça é conhecida por diversos nomes: pinga, caninha, branquinha, marvada, aguardente, abre-coração, quebra-goela e até água-benta.
Além disso, concentra alguns dos alambiques mais antigos, premiados e tecnologicamente avançados do Brasil.
“Esta é a bebida que mais simboliza a cultura brasileira, e o mercado internacional já abraça essa tradição. Os alambiques paulistas têm legado, qualidade e posicionaram São Paulo como o principal exportador”, afirmou o vice-governador Felício Ramuth no evento de lançamento, em dezembro de 2025.
As rotas foram organizadas a partir de critérios geográficos, facilitando o deslocamento dos visitantes. Cada uma reflete características próprias do território, do clima e da tradição produtiva local.
É um dos polos mais consolidados da produção paulista, com foco em qualidade, inovação e envelhecimento em madeiras brasileiras.
A cachaça da região dialoga com a gastronomia local e com o turismo de natureza, aproveitando clima ameno e forte identidade rural.
A rota se destaca pela proximidade com a capital e pela integração com o enoturismo e a gastronomia. Muitas propriedades oferecem experiências completas, com visita aos alambiques, degustações e harmonizações.
Região marcada por relevos naturais, tradição agrícola e forte ligação com a história da cana-de-açúcar. A produção valoriza métodos artesanais e o uso de leveduras naturais.




