Filipe Bragança cria João Raul, astro sertanejo em ‘Coração acelerado’: referências de Gusttavo Lima, Luan Santana e Luan Pereira

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Filipe Bragança cruza referências de Gusttavo Lima, Luan Santana e Luan Pereira
na criação de João Raul, o astro sertanejo da novela ‘Coração acelerado’

João Raul, personagem do ator Filipe Bragança na novela ‘Coração acelerado’,
veste figurino sensual nos shows — Foto: Gabi de Morais / Globo

A rigor, o fictício cantor goiano João Raul – jovem astro do universo
sertanejo – está no mercado desde 28 de outubro de 2025, dia em que foi lançada
a música “Fora do compasso” (2025), feat do artista com a dupla Maiara e
Maraísa. Mas é hoje, segunda-feira, 12 de janeiro, com a estreia da novela “Coração
acelerado” às 19h, na Globo, que João Raul entra efetivamente em cena com o corpo, a voz e a alma de Filipe
Bragança, ator goiano que faz 25 anos no próximo domingo, 18 de janeiro, com currículo que já inclui diversas atuações em produções musicais no cinema, no streaming e no teatro.

Protagonista de “Coração acelerado”, João Raul é cantor alinhado com as modas do
universo sertanejo contemporâneo. O Mozão do Brasil – epíteto pelo qual o astro
da ficção é conhecido na trama criada pelas novelistas Izabel de Oliveira e
Maria Helena Nascimento – veste figurinos e acessórios exclusivos com peças que
incluem animal print, jaquetas pirografadas e uma chaparreira confeccionada em
jeans, além de fivelas personalizadas com as iniciais de João Raul. Toda a criação da figurinista Sabrina Moreira enfatiza brilhos e transparências para realçar a sensualidade do popstar sertanejo em cena. O visual está em sintonia com os figurinos de jovens astros do gênero, como o cantor Luan Santana, uma das referências usadas pelo ator Filipe Bragança na composição do personagem. Um segundo Luan – o Luan Pereira, jovem astro sertanejo de 22 anos – também serviu de molde para Bragança dar forma a João Raul.

Sob o prisma vocal, outra referência de Bragança na criação de João Raul é
Gusttavo Lima. Ficaram na história da música sertaneja os cantos fortemente anasalados das duplas
caipiras, tradição que resistiu até a geração de Chitãozinho & Xororó, dupla
revelada na década de 1970. O canto sertanejo do século XXI não anula por completo as alusões à origem
caipira do gênero surgido em 1929, mas é um canto mais direto, pop, sem
floreios, menos choroso e com menos vibratos. É um canto que conjuga sofrência e
energia para a diversão das baladas.

A julgar pela performance de Filipe Bragança nas chamadas da novela “Coração
acelerado” e pelo single “Fora do compasso”, João Raul transita muito bem nesse
universo vocal contemporâneo moldado a partir da explosão do sertanejo
universitário em meados dos anos 2000. Todo esse trabalho de composição de Bragança, como ator e cantor, poderá ser
visto a partir de hoje na novela e também nas gravações de músicas inéditas como
“Queria ser o batom”, compostas sob medida para a sensualidade de João Raul pelo
time de compositores reunidos para a novela, cuja produção foi orquestrada nos
Estúdios Globo por Bruna Ferreira sob a direção artística de Carlos Araújo. Detalhe: as músicas inéditas gravadas pelo personagem serão lançadas nos
aplicativos de áudio, tal como aconteceu com “Fora do compasso”.

Enfim, após um minucioso trabalho de composição iniciado há meses, o Mozão do
Brasil está pronto para entrar em cena para acelerar e fisgar os corações do
imenso público brasileiro que tem a música sertaneja como a trilha sonora
preferencial.

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