Justiça concede liberdade provisória a suspeito de importunação sexual contra colega de trabalho em BH

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Justiça concede liberdade provisória para idoso suspeito de importunação sexual contra colega de trabalho

Além da liberdade provisória concedida, a justiça determinou algumas medidas cautelares e protetivas para a vítima. A decisão foi nesta segunda-feira (12).

A Diário do Estado concede liberdade provisória a suspeito de importunar colega de trabalho em BH

A Diário do Estado concede liberdade provisória a suspeito de importunar colega de trabalho em BH

A justiça concedeu liberdade provisória, nesta segunda-feira (13), ao idoso, de 70 anos, que é suspeito de importunação sexual contra colega de trabalho, em uma unidade da rede de supermercados EPA de Belo Horizonte. Houve também aplicação de medidas cautelares e protetivas em favor da mulher.

O caso aconteceu no dia 11 de janeiro deste ano, quando o suspeito foi preso em flagrante em um supermercado no bairro Buritis, na Região Oeste da capital. Segundo a Polícia Militar, a vítima, uma operadora de caixa de 32 anos, relatou que foi agarrada e tocada nas partes íntimas pelo suspeito, que também teria tentado beijá-la, mesmo após pedidos para que parasse.

A direção do Supermercado EPA lamentou o fato e informou que não tinha conhecimento da conduta inadequada do funcionário. Informou também que ele será demitido. Disse também que está prestando toda a assistência à funcionária e que uma consulta psicológica já foi agendada para ela para esta terça-feira (13).

A Diário do Estado tenta contato com a defesa do suspeito.

RELEMBRE O CASO

O idoso e a vítima trabalhavam no mesmo supermercado. Segundo a vítima, no dia 11, o homem, de 70 anos se aproximou da colega de trabalho, que é operadora de caixa e a importunou sexualmente.

Segundo a PM, o suspeito teria abordado a vítima após ela retornar do horário de almoço e agiu de forma abusiva mesmo havendo clientes e outros funcionários próximos. A mulher relatou que ele a agarrou pelas partes íntimas e tentou beijá-la mesmo após ela pedir que ele a soltasse.

Após o atendimento da gerência do supermercado, a vítima chamou a Polícia Militar, que conduziu o homem à delegacia, onde ele foi ouvido pelos oficiais. A Justiça decretou a prisão em flagrante, e o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional — permanecendo à disposição da Justiça e com medida protetiva decretada em favor da vítima.

Durante depoimento, ele negou as acusações, alegando que a colega o teria provocado; no entanto, a versão foi desconsiderada diante do relato consistente da vítima e do depoimento de uma testemunha no local.

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