Policial pioneiro da PRF em Goiás: a história de Antônio Aparecido Flamínio

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Exemplo de coragem e pioneirismo: veja quem foi o policial que fez parte da 1ª turma da PRF

Antônio Aparecido Flamínio morreu aos 91 anos, em Goiás. Ele foi o primeiro motociclista de escolta no estado e escoltou o ex-presidente Juscelino Kubitschek durante a construção de Brasília.

Policial que fez parte da 1ª turma da PRF morre em Goiânia — Foto: Reprodução/Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Goiás – Reprodução/Facebook Antônio Aparecido Flamínio

O inspetor Antônio Aparecido Flamínio, policial aposentado que morreu aos 91 anos e fez parte da 1ª turma da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Goiás, foi descrito pelo Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Goiás (SinPRF-GO) como um exemplo de coragem e pioneirismo.

De acordo com a instituição, Antônio foi o primeiro motociclista de escolta no estado e escoltou o ex-presidente Juscelino Kubitschek durante a construção de Brasília. Ele atuou em “operações que exigiam preparo técnico, coragem e compromisso com a missão institucional”.

“Flaminio é reconhecido como um orgulho para a instituição, não apenas pela trajetória construída, mas pelo papel decisivo na consolidação do trabalho policial nas rodovias federais do estado”, destacou o sindicato.

Sua trajetória iniciou em 1959, em Anápolis, na região central de Goiás, quando apenas 15 homens começaram a escrever a história da PRF no estado. De acordo com a instituição, na época, as rodovias eram caminhos de terra, marcados por isolamento e muito trabalho braçal.

O sindicato pontuou o pioneirismo do grupo e o compromisso com o serviço público. “Eles chegaram antes do asfalto, antes da estrutura, levando disciplina, presença do Estado e compromisso com o serviço público”, escreveu o órgão.

O policial atuou de forma decisiva na implantação e no desenvolvimento das BRs 060 e 153, ajudando a estabelecer referências operacionais e a abrir caminhos para gerações de policiais rodoviários federais, ressaltou o SinPRF-GO.

“Seu legado permanece vivo na história da PRF em Goiás e nas rodovias que ajudou a erguer. Um exemplo de coragem, pioneirismo e amor à missão”, finalizou o texto.

Segundo a PRF, Flamínio, como era conhecido, morreu no domingo (11). A causa da morte não foi divulgada. “Manifestamos solidariedade e respeito nesse momento de dor, desejando que Deus conforte os familiares e amigos”, escreveu a corporação nas redes sociais.

O inspetor Newton Morais, presidente do SinPRF-GO, também se despediu do agente. “Um ser humano de valores imensuráveis, deixou um legado para ser seguido com muita honra pelos servidores da PRF”, escreveu.

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