André Ferreira, homem de 47 anos acusado de empurrar a própria sogra de cima de uma escada em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, vai a júri popular pela morte da idosa. Marlene Foltran caiu da escada do prédio onde a filha dela morava com o marido, André, em dezembro de 2024. Ela passou 10 meses internada e morreu em outubro de 2025. Nesse meio tempo, André – que foi preso ainda em dezembro de 2024 – foi acusado de tentativa de homicídio, passou por audiência de instrução e julgamento e a Justiça decidiu que ele iria a júri popular, por ser acusado de um crime contra a vida.
Após a morte de Marlene, o Ministério Público do Paraná (MP-PR) reavaliou o caso e concluiu que a morte teve relação com queda, e alterou a acusação para homicídio consumado. A mudança foi aceita pela Justiça e, agora, André Ferreira passou a responder por assassinato – agravado por ser contra vítima idosa. Com isso, a pena máxima aumenta e a condenação pode chegar a até 40 anos de prisão. Até a publicação desta reportagem, ainda não havia data marcada para o júri popular. Desde o início do processo, os advogados de André Ferreira defendem que a idosa caiu da escada por acidente. Eles também alegam que “não existe no processo prova de que o falecimento dela tenha sido em decorrência da queda, até porque a própria certidão de óbito, que consta no processo, atesta outras causas da morte.
A denúncia do Ministério Público (MP) afirma que no dia 12 de dezembro de 2024 Marlene foi empurrada pelo próprio genro de cima da escada do prédio onde ele morava com a esposa, que é filha da vítima. A defesa da família alega que o homem cometeu o crime ao tentar impedir que a idosa visse a filha, que enfrentava um câncer em estágio avançado. Na época, o promotor João Eduardo Antunes Mirais afirmou acreditar que André empurrou a sogra da escada com o objetivo de matá-la. Após a queda, Marlene foi encontrada no chão por vizinhos. Segundo o MP-PR, ela sofreu traumatismo cranioencefálico grave, trauma ortopédico com múltiplas fraturas, escoriações e equimoses, ou seja, rompimentos de vasos sanguíneos. A idosa foi internada em estado grave e, segundo os advogados da família, ficou em estado vegetativo até falecer, 10 meses depois.
RELEMBRE O CASO. A denúncia do Ministério Público (MP) afirma que no dia 12 de dezembro de 2024 Marlene foi empurrada pelo próprio genro de cima da escada do prédio onde ele morava com a esposa, que é filha da vítima. A defesa da família alega que o homem cometeu o crime ao tentar impedir que a idosa visse a filha, que enfrentava um câncer em estágio avançado. Na época, o promotor João Eduardo Antunes Mirais afirmou acreditar que André empurrou a sogra da escada com o objetivo de matá-la. Após a queda, Marlene foi encontrada no chão por vizinhos. Segundo o MP-PR, ela sofreu traumatismo cranioencefálico grave, trauma ortopédico com múltiplas fraturas, escoriações e equimoses, ou seja, rompimentos de vasos sanguíneos. A idosa foi internada em estado grave e, segundo os advogados da família, ficou em estado vegetativo até falecer, 10 meses depois.




