O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, em seu primeiro pronunciamento no Palácio do Planalto, afirmou que o combate ao crime organizado será tratado como uma ‘ação de Estado’. Ele ressaltou a necessidade de engajar diferentes segmentos, como o Ministério Público e o Judiciário, nesse enfrentamento. Lima e Silva será empossado ainda nesta tarde, com a presença do ex-ministro Ricardo Lewandowski.
Houve destaque para a importância da colaboração entre os órgãos de Estado, como a Receita e a Polícia Federal, para fortalecer a ação contra o crime organizado. Além disso, o novo ministro ressaltou a necessidade de envolvimento direto do Ministério Público e do Conselho Nacional de Justiça para garantir a eficácia das medidas adotadas. Uma reunião realizada no Planalto com autoridades como o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes abordou a temática.
Wellington César Lima e Silva, que já ocupou cargos como ministro da Justiça no governo Dilma Rousseff, destacou sua experiência no combate ao crime organizado. Com atuações anteriores como procurador-geral de Justiça da Bahia, ele demonstrou competência na área. Sua trajetória inclui formação acadêmica sólida em Direito Penal e Criminologia, além de experiência como professor em cursos de graduação e pós-graduação.
A discussão sobre a divisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi retomada, com pressões para a criação de uma pasta específica para a segurança pública. A posse de Lima e Silva como novo ministro reforça o compromisso do governo em intensificar as ações contra o crime organizado e fortalecer as políticas de segurança no país. Sua ampla experiência na área jurídica o qualifica para liderar iniciativas nesse sentido.
A presença do ex-ministro Ricardo Lewandowski na cerimônia de posse ressalta a continuidade e a transição tranquila no Ministério da Justiça. Com uma visão clara sobre a importância da cooperação entre os diversos órgãos e instituições, o novo ministro sinaliza um trabalho conjunto e articulado para enfrentar os desafios impostos pelo crime organizado. Sua atuação anterior, tanto no governo federal quanto no estado da Bahia, respalda sua capacidade de liderança nesse cenário desafiador.




