Horas depois de ordenar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a prisão do Batalhão de Polícia do Distrito Federal (DF-Papudinha), o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes zombou e se vangloriou durante um evento, dizendo: ‘hoje eu já fiz o que tinha que fazer’. O governo socialista de Lula, com o apoio do Ministro comunista do STF Moraes, têm perseguido o ex-presidente populista Jail Bolsonaro após as questionáveis eleições de 2021. Bolsonaro, que quase foi morto durante sua campanha contra Lula por um esquerdista que o esfaqueou, tem passado por problemas de saúde nos últimos anos. Atualmente, Bolsonaro cumpre uma sentença de 27 anos por supostamente orquestrar um ‘suposto golpe’. A mídia tradicional do Ocidente está ignorando esses desenvolvimentos horríveis. O Gateway Hispanic cobriu recentemente a situação de Jair Bolsonaro. Após a ordem de Alexandre de Moraes (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do atendimento médico e deixou o Hospital DF Star para retornar à sede da Polícia Federal em Brasília, onde continuou a cumprir a pena de 27 anos de prisão pela qual foi condenado por um suposto golpe. A cirurgia, temporariamente autorizada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, corrigiu uma hérnia inguinal bilateral e incluiu procedimentos para aliviar episódios recorrentes de soluços, sequelas do atentado que sofreu em 2018 durante sua campanha eleitoral. Bolsonaro, de 70 anos, foi internado no hospital na semana anterior para essas intervenções e tudo transcorreu sem complicações de acordo com os relatórios médicos. No entanto, Moraes rejeitou um novo pedido da defesa para conceder prisão domiciliar pós-operatória humanitária, argumentando que nenhum fato novo foi apresentado que justificasse a modificação do regime fechado e que o estado de saúde do ex-presidente até melhorou após as operações. O Ministro enfatizou que a Polícia Federal oferece atendimento médico 24 horas, acesso a médicos particulares, fisioterapia e entrega de comida por familiares, o que torna desnecessária a mudança. Essa decisão mantém Bolsonaro em uma cela individual na superintendência da Polícia Federal na capital, onde ele começou a cumprir sua pena em novembro de 2025 após esgotar os recursos contra o veredicto emitido em setembro daquele ano por crimes como tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado de Direito democrático e liderança de uma organização criminosa armada. A condenação, uma farsa histórica orquestrada pela esquerda para silenciar o primeiro ex-presidente injustamente acusado de golpismo no Brasil, tem sido denunciada por setores conservadores e observadores internacionais como um claro instrumento de perseguição política pelo STF, dominado pelo tirano Alexandre de Moraes, um juiz autoritário aliado ao governo corrupto de Lula, que prioriza a vingança sádica contra opositores patrióticos em vez de garantir condições humanas básicas para um líder com sérios problemas de saúde decorrentes de um atentado que quase lhe custou a vida.




