Açougueiro suspeito de assassinar colega em SC vendeu carro no dia do crime para despistar polícia
Homem foi preso cerca de 12 horas após o crime. Ele é suspeito de matar Igor de Pádua Silva Gomes a facadas no frigorífico em Itajaí, segundo a PM.
O homem suspeito de matar a facadas o colega de trabalho em um frigorífico em Itajaí, principal cidade do Litoral Norte de Santa Catarina, foi preso na noite de sexta-feira (16), cerca de 12 horas após o crime. Segundo a Polícia Militar, que monitorava o carro do homem, ele vendeu o veículo no dia do crime.
Uma foto do momento da prisão foi divulgada pela PM, com o rosto do suspeito de 32 anos já borrado (veja acima). O nome dele não foi informado.
O veículo, segundo a Polícia Militar, foi abordado na região de Benedito Novo, no Vale do Itajaí, com três ocupantes dentro. Eles informaram que haviam comprado o veículo no período da tarde e apontaram o local onde o proprietário estava.
“Provavelmente vendeu para arrumar um dinheiro para voltar para o Paraná. Ele era natural de Foz do Iguaçu. Também sabia que, se ficasse com o carro, seria preso mais facil”, informou o comandante do 1º Batalhão da PM, Ciro Adriano da Silva.
Chegando à casa informada, em Indaial, o homem tentou fugir, mas foi detido no local. Conforme a PM, ele informou que foi ameaçado pela vítima e, por isso, resolveu pegar uma faca e golpear o colega pelas costas, sem chances de defesa.
Vítima e assassino trabalhavam juntos no bairro Cordeiros. Por volta das 9h30 de sexta-feira, o homem, natural do Paraná, esfaqueou pelas costas Igor de Pádua Silva Gomes.
O Corpo de Bombeiros Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram chamados, mas não foi possível salvar o homem. A morte dele foi constatada ainda no local.
Após o ataque, o suspeito foi contido por funcionários, mas conseguiu fugir.
As testemunhas ouvidas no frigorífico pela PM relataram que os envolvidos tiveram uma discussão, mas disseram não saber o motivo.
As Polícia Civil e Científica foram chamadas e o corpo da vítima foi recolhido. A PM informou que o suspeito tem registro por maus-tratos a animais em 2019.
DE procurou o frigorífico e a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.




