PM é suspeito de participar de briga que resultou em morte de colega em barraca de praia em Fortaleza

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Controladoria abre processo disciplinar contra PM envolvido em briga que resultou em morte de colega de farda

Soldado Iuri Benício Alves é acusado de participar dos eventos que culminaram no assassinato do agente Paulo Henrique de Lima Silva, em frente uma barraca, na Praia do Futuro.

Policial militar é morto a tiros após briga em barraca de praia em Fortaleza

O DE Central de Disciplina (CGD) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar para apurar a conduta de um policial militar envolvido em uma briga que resultou na morte do soldado Paulo Henrique de Lima Silva, de 37 anos, em frente a uma barraca na Praia do Futuro, em Fortaleza.

O crime ocorreu na noite de 11 de janeiro. Na ocasião, além do agente morto, dois homens foram baleados. Entre eles está o segurança da barraca, conhecido como Isaías, e Iego Rodrigues de Sousa, amigo do policial assassinado.

Câmeras de segurança da barraca de praia registraram os momentos anteriores ao crime. A confusão começou antes do soldado Henrique entrar no estabelecimento.

Conforme a portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta sexta-feira (16), o soldado Iuri Benício Alves é acusado de participar dos eventos que culminaram no assassinato do colega de farda.

“O fato teria ocorrido quando os militares estaduais se encontravam nas dependências de uma barraca de praia e, após um desentendimento entre supostos seguranças do evento e clientes, os quais também seriam policiais militares, ocorreu um tiroteio entre os envolvidos, resultando, além do citado óbito, uma lesão corporal num amigo da vítima”, diz um trecho da portaria da CGD.

O órgão também designou uma comissão para instruir o processo que irá apurar as condutas transgressivas atribuídas a Iuri Benício. O DE não localizou a defesa do agente investigado.

SUSPEITOS FORAM OUVIDOS E LIBERADOS

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS), os dois policiais suspeitos foram identificados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Eles estavam de folga no momento do crime.

Na segunda-feira (12), eles se apresentaram na unidade especializada, onde foram ouvidos, tiveram as armas apreendidas e foram liberados.

Não foi esclarecido pela pasta se o homem que deu o tapa no policial assassinado é um dos PMs que se apresentaram à delegacia.

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