A detenção de Jair Bolsonaro na superintendência da PF desencadeou uma série de denúncias de abusos e mobilizações. Parlamentares e a sociedade civil se uniram em apoio ao ex-presidente, que enfrentou dificuldades devido a sua condição de saúde. Pressionados pela situação, alguns parlamentares interromperam o recesso para protocolar medidas urgentes visando garantir justiça para Bolsonaro e demais presos políticos. Deputadas como Caroline de Toni e Bia Kicis agiram em favor do ex-presidente, solicitando a convocação de sessões extraordinárias e verificando sua situação na prisão. A senadora Damares Alves acionou a Comissão de Direitos Humanos do Senado para analisar as condições de detenção de Bolsonaro, enquanto o deputado Gustavo Gayer buscou apoio da Defensoria Pública da União. O Conselho Federal de Medicina abriu sindicância para investigar possíveis negligências, mas enfrentou oposição do STF, gerando críticas de sindicatos da categoria. A AJOIA emitiu uma nota alertando para a excepcionalidade jurídica e desumanização do sistema penal.
Campanhas civis estimularam a população a denunciar maus-tratos, como a ação da Dra. Raíssa Soares com o Disque 100. Manifestações de apoio, como a carreata em Brasília e a campanha de envio de cartas ao ex-presidente, mostraram solidariedade a Bolsonaro e buscaram repetir a rede de apoio que ele recebeu em 1986 durante outra prisão.




