TJSP nega revogação da tornozeleira de Karen Tanaka Mori ligada ao PCC: defesa recorrerá

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Segundo informações do processo, Karen alegou “tortura psicológica” e afirmou que o uso da tornozeleira eletrônica a estava prejudicando tanto fisicamente quanto mentalmente. A defesa argumentou que a medida era desnecessária, uma vez que a ré é ré primária e possui residência fixa.

No entanto, o desembargador relator do caso no TJSP, ao analisar o pedido de revogação, considerou que a tornozeleira eletrônica é uma medida de monitoramento que se faz necessária diante da gravidade dos fatos pelos quais Karen responde. A ré é acusada de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do país.

A decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo ressalta a importância da medida cautelar de monitoramento eletrônico como forma de garantir a ordem pública e impedir a prática de novos delitos. A defesa de Karen, no entanto, afirma que continuará lutando pela revogação da tornozeleira e pela liberdade da ré.

Karen de Moura Tanaka Mori ficou conhecida como “Japa do DE” após ser presa em uma operação da Polícia Civil que visava desarticular uma quadrilha ligada ao PCC. Ela é apontada como uma das líderes do grupo e responsável por ordens de dentro do sistema prisional.

Embora o pedido de revogação da medida cautelar de monitoramento eletrônico de Karen tenha sido negado pelo TJSP, a defesa da ré anunciou que irá recorrer da decisão. Ainda não há previsão de julgamento do recurso. Karen permanece com a tornozeleira eletrônica e aguarda o desdobramento do processo em liberdade, sob algumas restrições.

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