A prisão de Oldenir de Almeida Filho por matar seu padrasto, Rudson Barreto, em Camboinhas, durante uma briga familiar, revelou uma longa ficha criminal do acusado. O crime chocou a população e trouxe à tona a violência latente de criminosos violentos como Oldenir, que deveria estar cumprindo prisão domiciliar em Brasília. Com mais de 10 passagens pela polícia, o histórico de Oldenir inclui crimes como homicídio, tentativa de homicídio, tentativa de feminicídio e aliciamento de crianças para atos libidinosos.
Antes de ser preso pelo crime em Niterói, Oldenir estava cumprindo pena por atropelar policiais militares no Distrito Federal. O incidente ocorreu enquanto ele estava com uma menor de idade no carro, em 2024. Mesmo após tentar fugir, Oldenir foi capturado após os policiais atirarem várias vezes em seu veículo. Ele foi autuado por tentativa de homicídio, porte de drogas, corrupção de menores, resistência e embriaguez ao volante, entre outros crimes.
Além do atropelamento de PMs, Oldenir também era foragido da Justiça por causar a morte de um entregador dos Correios em 2022, em Mendes. Durante o acidente, onde estava com uma menor no carro, ele bateu na traseira da moto do carteiro, Laércio da Silva Ribas, que acabou falecendo. Relatos apontam que Oldenir estava agressivo e alterado no momento da prisão, precisando ser contido pela polícia.
Em 2021, Oldenir foi levado à delegacia por esfaquear sua então namorada na cabeça, e também ter ferido gravemente o irmão dela que tentou defendê-la. Os dois foram hospitalizados, e o caso foi encaminhado ao Ministério Público. Com uma extensa lista de crimes em sua ficha, que inclui desde porte de drogas até aliciamento de menores, Oldenir é considerado um criminoso perigoso e recorrente.
O assassinato do padrasto e o ataque à própria irmã foram os últimos crimes atribuídos a Oldenir, ocorridos em Camboinhas. A motivação do crime teria sido uma briga familiar, pois a mãe de Oldenir não aprovava seu relacionamento atual. O corpo de Rudson foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Tribobó, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, mostrando a gravidade da situação e a necessidade de punição para crimes tão violentos.




