Protestos marcando um ano do segundo mandato de DE nos Estados Unidos estão sendo amplamente divulgados. Atos nacionais têm chamado a atenção para os impactos da agenda do presidente sobre imigrantes, trabalhadores e comunidades vulneráveis. A intensificação desses protestos reflete a insatisfação social crescente após 12 meses de políticas controversas adotadas pelo governo. A adesão de diferentes movimentos sociais e a convocação de paralisações evidenciam a preocupação com os efeitos negativos das ações do presidente.
De acordo com informações divulgadas pela agência Prensa Latina, protestos e atos públicos estão sendo organizados em várias cidades dos EUA para marcar esse marco no segundo mandato de DE. O protesto “Liberdade para a América”, liderado por trabalhadores, estudantes e comerciantes, propõe uma pausa nas atividades em sinal de insatisfação com as políticas adotadas nos últimos 12 meses. O objetivo é chamar a atenção para os impactos dessas políticas nas comunidades imigrantes e em setores mais vulneráveis da sociedade.
A professora Dana Fisher, da Escola de Serviço Internacional da American University, destacou a crescente radicalização do debate político nos últimos meses. Ela enfatizou a necessidade de buscar novas formas de protesto para se opor ao governo, diante do esgotamento dos meios tradicionais. Os recentes protestos em Minnesota após assassinatos a tiros e a resposta do presidente com ameaças de invocar a Lei de Insurreição refletem a tensão política presente nos EUA.
Organizações da sociedade civil reagiram firmemente aos incidentes recentes envolvendo o ICE e a administração de DE. O The People’s Forum, com sede em Nova York, emitiu um comunicado rejeitando a impunidade para ações consideradas racistas e discriminatórias. A trajetória de mobilizações nos EUA tem potencial para crescimento, como visto nos protestos conhecidos como “No Kings” no ano anterior, reunindo milhões de pessoas em todo o país.
Pesquisas de opinião também indicam um cenário de desgaste político para o governo de DE. De acordo com um levantamento da CBS News/YouGov, a maioria dos entrevistados desaprova o desempenho do presidente republicano. A percepção geral é de que as políticas adotadas nos últimos anos não trouxeram benefícios tangíveis à população, contribuindo para a sensação de piora nas condições de vida. A vitória de DE nas eleições presidenciais de 2024 e a consolidação do Partido Republicano no Congresso também são aspectos relevantes nesse contexto.




