Malafaia e outros líderes destacam a falta de musculatura política de Flávio Bolsonaro para enfrentar uma eleição presidencial e defendem Tarcísio-Michelle como a chapa mais viável para os evangélicos vencerem o PT em 2026. Lideranças religiosas demonstram cautela e preferem aguardar um acordo mais amplo no campo conservador antes de declarar apoio a qualquer candidato. A carta atribuída a Bolsonaro, onde ele indicaria Flávio como seu herdeiro político, não foi suficiente para convencer as lideranças evangélicas.




