Justiça finalmente é feita após condenação dos assassinos de jornalista em Curitiba: “Nada ameniza a saudade”, diz irmã

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Nada ameniza a saudade”, diz irmã de jornalista após condenação dos assassinos em Curitiba

Cristiano Luiz Freitas, de 46 anos, foi encontrado morto dentro da própria casa, em março de 2025. Dois homens foram condenados a mais de 37 anos de prisão pelo crime.

Vídeo mostra suspeito chegando na casa de jornalista antes de matá-lo em Curitiba

A notícia da condenação dos assassinos do jornalista Cristiano Luiz Freitas chegou para a família da vítima como um exemplo de justiça.

> “A Justiça foi célere e esperamos que seja eficaz, mantendo-os afastados do convívio social por muito tempo! Nada ameniza a saudade e a falta que sentimos de nosso amado irmão, mas traz conforto saber que esses assassinos não continuarão a atormentar a sociedade”, publicou Heloisa Camara, irmã do jornalista, em uma rede social.

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O jornalista foi assassinado em março de 2025. Ele foi encontrado morto dentro da própria casa, com as mãos amarradas e amordaçado com uma fita. Nesta semana, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou Jhonatan Barros Cardoso e Alisson Henrique de Cristo Gonçalves pelo crime de extorsão com resultado morte.

A Justiça fixou a pena de Alisson em 40 anos de prisão, e de Jhonatan a 37 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Eles poderão recorrer da sentença, mas em regime fechado. O DE não identificou a defesa dos dois.

Ao DE, Heloisa contou detalhes da personalidade do irmão, que às vezes renunciava a si próprio em gentileza ao próximo.

> “O Cris era um menino grande, doce, amava os animais, cuidou de nossos pais com muito carinho. Abdicou da alçar novos voos na carreira para cuidar deles”, afirmou.

Cristiano Luiz Freitas foi encontrado morto em Curitiba — Foto: Redes Sociais

Cristiano Luiz Freitas foi encontrado morto em Curitiba — Foto: Redes Sociais

Cristiano se formou na PUC-PR em 1999 e era especialista em Cinema pela Universidade Tuiuti do Paraná.

Ao longo da carreira, ele teve experiências na produção de conteúdo para veículos impressos, televisão, rádio e plataformas digitais. O profissional se destacava com projetos voltados para o público infantojuvenil e foi responsável pela formação de dezenas de repórteres mirins enquanto atuava no jornal Gazeta do Povo.

Depois do falecimento dos pais – o pai em 2009 e a mãe em 2024 – Cristiano estava retomando as atividades na comunicação.

“Estava retomando a carreira e a vida… Deixou um legado com os repórteres mirins da Gazetinha, com os milhares de artigos publicados, na produção cultural e outros. Era um ser de luz!”, descreveu a irmã.

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