A morte da empresária após lipoaspiração em São Luís tem causado polêmica, com a família apontando falhas no procedimento e o médico responsável alegando que foi uma ‘fatalidade’. A empresária Ariene Rodrigues Pereira, de 37 anos, faleceu durante a cirurgia plástica em uma clínica particular, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A família afirmou que não teve confirmação dos exames pré-operatórios, enquanto a clínica alegou ter seguido todos os protocolos de segurança necessários.
A polícia civil está investigando o caso da morte da empresária após lipoaspiração em São Luís. Segundo relatos, Ariene estava realizando uma lipoaspiração quando teve complicações. A família comunicou no boletim de ocorrência que ela possuía hipotireoidismo e fazia uso de medicação contínua. O procedimento foi conduzido pelo médico Dr. Alexandre Augusto Gomes, que negou qualquer erro médico.
O laudo do Instituto Médico Legal identificou que a causa da morte foi uma embolia maciça por coágulo sanguíneo, um evento súbito e grave. Apesar dos esforços da equipe médica em reanimar a paciente, que duraram cerca de 90 minutos, Ariene não respondeu e teve o óbito declarado. A família ainda aguarda confirmação sobre os exames pré-operatórios realizados e a avaliação de risco cirúrgico.
A advogada da família mencionou divergências nas informações fornecidas pela equipe médica e a entrega do prontuário apenas após sua intervenção. O CRM-MA informou que até o momento não recebeu denúncia formal sobre o caso e está coletando informações para analisar as circunstâncias e tomar as medidas cabíveis. Enquanto isso, a defesa do cirurgião e a clínica se manifestaram sobre o ocorrido.
A defesa do cirurgião ressaltou que todos os protocolos foram seguidos, a paciente não apresentava contraindicações para a cirurgia e a morte foi causada por uma embolia pulmonar imprevisível. Já a clínica afirmou que ofereceu toda a assistência necessária, contava com uma equipe completa e possui todas as licenças exigidas para a operação. Em meio a toda essa tragédia, a instituição expressou solidariedade aos familiares da paciente e reafirmou seu compromisso com a ética e a segurança do paciente.




