O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu arquivar as investigações sobre as supostas blitzes que teriam ocorrido para dificultar o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições de 2022. A apuração visava investigar o uso indevido de operações policiais para impedir eleitores em áreas onde Lula da Silva (PT) liderava sobre Jair Bolsonaro (PL).
A Procuradoria-Geral da República avaliou o caso e não encontrou elementos suficientes para comprovar a participação dos policiais Alfredo de Souza Lima Coelho Carrijo e Leo Garrido de Salles Meira nas supostas atividades criminosas. Seguindo o parecer, Moraes determinou o arquivamento das investigações em relação a esses policiais.
Além dos dois servidores mencionados, outros quatro policiais federais cedidos ao Ministério da Justiça também foram indiciados. No entanto, o delegado Fernando de Sousa Oliveira, que atuava interinamente na Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal na época dos eventos, teve o inquérito arquivado devido à sua absolvição pelo próprio Supremo em uma ação penal relacionada à situação.
Em uma atualização sobre o caso, ficou determinado que as investigações não apresentaram elementos suficientes para prosseguir com acusações concretas contra os policiais envolvidos no suposto esquema de blitzes durante o segundo turno das eleições de 2022. Com isso, o arquivamento foi a decisão tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, seguindo o parecer da Procuradoria-Geral da República.




