Policiais são investigados por abandonarem o serviço para consumir bebida alcoólica no Ceará

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Policiais militares são investigados por abandonar serviço e sair para beber no Ceará

Sargento e cabo foram para bar em Limoeiro do Norte quando deveriam estar
trabalhando em Jaguaribara.

Policiais são investigados por abandonarem o serviço para beber no Ceará

Policiais são investigados por abandonarem o serviço para beber no Ceará

Dois policiais militares estão sendo investigados por suspeita de abandonarem o
serviço para consumirem bebida alcoólica e provocarem baderna, com tiro em via
pública, em um bar na cidade de Limoeiro do Norte, no interior do Ceará.

Os agentes investigados são o 3º sargento Anderson Bremen de Sousa Nogueira e o
cabo Wagner da Silva Barbosa, ambos do 31º Batalhão do 8º Comando Regional, e
atuantes no pelotão de Jaguaribara.

Conforme apuração da TV Verdes Mares, Anderson Bremen e Wagner Silva estavam
escalados para cumprir o plantão em Jaguaribara com início na manhã do dia 29 de
dezembro e término às 8h do dia 30 dezembro.

Os dois chegaram a iniciar o serviço. No entanto, antes do fim do período
estipulado, eles saíram e viajaram para a cidade de Limoeiro do Norte, a cerca
de 70 quilômetros de distância do local de trabalho.

A câmera de segurança de um bar registrou que na madrugada do dia 30, por volta
de 1h, o sargento e o cabo estavam à paisana, consumindo bebida alcoólica,
acompanhados de dois homens.

Durante o período em que ficaram no estabelecimento, um dos agentes sacou a arma
e fez um disparo para o alto, assustando outras pessoas que estavam no local.

Conforme a Polícia Militar, uma sindicância foi aberta para apurar a conduta dos
agentes, que foram remanejados para a sede do 1º Batalhão.

Nesta sexta-feira (23), a Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) informou que o caso “está sendo
apurado pelo comando da Polícia Militar do Estado do Ceará, visto que é um
episódio segundo o ordenamento jurídico ‘interna corporis’, portanto de
atribuição da PM”. A defesa dos policiais também não quis se pronunciar sobre o
caso.

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