Marcos Braz compartilhou detalhes dos bastidores do Flamengo e Remo em uma reveladora entrevista, onde admitiu erros e falou sobre a difícil escolha entre Gabigol e Adriano. O executivo de futebol explicou como montou o elenco do Remo e comentou sobre polêmicas enfrentadas, incluindo a briga em um shopping com um torcedor rubro-negro.
Braz, conhecido por sua habilidade no mercado de contratações no Flamengo, continua com o mesmo apetite para reforçar o elenco do Remo, mesmo após conquistar o título da Supercopa Grão Pará. Em sua jornada de sucesso, o diretor executivo acumula títulos importantes, como Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil, e o acesso do Remo à Série A em 2025.
Com experiência tanto no Flamengo quanto no Remo, Marcos Braz relembra momentos marcantes de sua carreira, mostrando-se um dirigente à moda antiga, sempre centralizando responsabilidades e chamando os holofotes para si. Sua relação com o Flamengo e a emoção de viver um título da Libertadores fora do clube são relembradas com carinho, evidenciando a intensa ligação que ainda possui com a instituição.
Ao refletir sobre a transformação de dirigente estatutário no Flamengo para executivo profissional no Remo, Braz destaca a importância do profissionalismo e do desafio que encontrou no clube do Norte do país. Enfrentando condições adversas e limitações estruturais, o executivo se orgulha de ter conduzido o Remo de volta à elite do futebol brasileiro após décadas de ausência.
A proximidade do confronto entre Remo e Flamengo na próxima temporada da série A desperta emoções mistas em Marcos Braz. Ele revela que enfrentar o Flamengo é um desafio que mexe com ele, mas ressalta que os objetivos do Remo na competição de 2026 são distintos dos objetivos do clube carioca. Por mais que a rivalidade possa trazer frio na barriga, o executivo mantém a cabeça tranquila em relação ao ciclo encerrado no Flamengo.
Marcos Braz também compartilha detalhes sobre as polêmicas e momentos conturbados enfrentados ao longo de sua gestão, incluindo demissões de técnicos e a trágica situação do Ninho. Ele reconhece a falta de habilidade em resolver questões importantes, como o acordo final com as famílias das vítimas do Ninho, expressando arrependimento em relação a essas situações.
Por fim, Braz comenta sobre negociações frustradas e episódios complicados com jogadores como Gabigol e Adriano, ressaltando que cada relacionamento demanda cuidado e tratativas específicas. Apesar dos desafios, o executivo mantém sua postura profissional e foco em suas responsabilidades, tanto no Flamengo quanto no Remo. Suas experiências e reflexões revelam a complexidade e as nuances do universo do futebol e da gestão esportiva.




