Polícia atende ocorrência de ‘lobisomem’ em RS: ‘Não temos Van Helsing’, diz corporação

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Polícia é chamada para atender ocorrência de ‘lobisomem’ no RS: ‘Não dispomos do lendário caçador de monstros Van Helsing’, diz corporação

De acordo com o registro da ocorrência, a guarnição foi chamada por uma mulher que afirmou que um indivíduo estava forçando a porta de sua casa. Quando descreveu o suspeito, tratava-se de um lobisomem.

Moradora de Sentinela do Sul alega ter visto lobisomem. Polícia afirma, com ironia, que não conta com a ajuda de Van Helsing, caçador de monstros da ficção — Foto: Divulgação/Prefeitura de Sentinela do Sul e Divulgação/Universal Pictures

Uma moradora de Sentinela do Sul, no Sul do Rio Grande do Sul, acionou a Brigada Militar (BM) na madrugada desta sexta-feira para relatar uma tentativa de invasão em sua residência. Ao chegarem no local, os policiais foram surpreendidos com a descrição do suspeito: segundo a mulher, tratava-se de um “lobisomem”.

De acordo com o registro da ocorrência, a guarnição foi chamada por uma mulher que afirmou que um indivíduo estava forçando a porta de sua casa. Ela pediu urgência no atendimento.

Os policiais se deslocaram até o endereço e, ao chegarem, foram recebidos pela moradora. A equipe realizou uma averiguação no pátio e no entorno da residência, mas não encontrou sinais de arrombamento ou qualquer suspeito.

Após garantirem que o local estava seguro, os agentes perguntaram a ela e ao seu filho se eles poderiam descrever o invasor. A mulher, inicialmente hesitante, revelou que se tratava de um “lobisomem”. O filho, que é cego, confirmou a versão da mãe e acrescentou que a criatura os atormenta há anos.

“Por se tratar de uma criatura folclórica, foi dito as partes solicitantes que, não havendo nenhum indivíduo no local, seja ele humano ou licantropo, a averiguação seria encerrada”, diz a ocorrência registrada pela polícia.

Como nenhum indivíduo foi localizado, os policiais encerraram a averiguação. A Brigada Militar apura as circunstâncias do atendimento e a ação dos policiais que estiveram no local e que redigiram o boletim de atendimento.

“Em caso de nova ocorrência podem acionar a guarnição novamente, mas como não dispomos do lendário caçador de monstros Van Helsing, pouco poderíamos fazer além da averiguação”, completa a corporação, no boletim de atendimento.

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