Turista gaúcha presa por injúria racial ao exigir delegado branco é solta

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A turista do Rio Grande do Sul presa em Salvador, na Bahia, por suspeita de injúria racial, foi solta após passar por audiência de custódia nesta sexta-feira. A Justiça da Bahia negou o relaxamento da prisão, considerando a materialidade delitiva e os indícios de autoria dos crimes imputados a Gisele, como o depoimento da vítima e dos policiais. Porém, o juiz atendeu o parecer do Ministério Público baiano e concedeu liberdade provisória à turista, estabelecendo medidas cautelares. Entre as medidas estão o comparecimento a todos os atos do processo, proibição de ausentar-se de Porto Alegre por mais de dez dias, e proibição de acesso à Praça das Artes por 12 meses. A vítima alegou ter sido chamada de “lixo”, ouvindo frases discriminatórias como “Eu sou branca”. A suspeita exigiu atendimento por um delegado branco. A Polícia evitou falar sobre o caso e reiterou que racismo é crime inafiançável. A injúria racial, por sua vez, pode resultar em 1 a 5 anos de prisão, sem prescrição.

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