O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que o apoio da direita ao senador Flávio Bolsonaro ainda está incerto. Pereira mencionou outros nomes, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o governador de Minas, Romeu Zema, e o apresentador Ratinho, como possíveis candidatos. Segundo ele, a decisão ainda está dividida entre os possíveis concorrentes. A declaração ocorreu em meio a desentendimentos entre lideranças de partidos de direita em relação ao apoio a Flávio Bolsonaro.
Ao criticar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, membros da direita como Sóstenes Cavalcante e Eduardo Bolsonaro têm gerado controvérsias. Cavalcante chegou a afirmar que Tarcísio não seria o sucessor de Jair Bolsonaro, enquanto Flávio Bolsonaro anunciou que buscará apoio do Centrão. Atualmente, o senador conta apenas com o apoio do seu partido, o PL. Pereira rebateu críticas de Eduardo Bolsonaro a Tarcísio, destacando a origem pública do governador de São Paulo.
O líder dos Republicanos considerou a fala de Eduardo Bolsonaro como deselegante e arrogante. Pereira defendeu Tarcísio, alegando que ele ganhou notoriedade como ministro da Infraestrutura e foi eleito em São Paulo graças a Jair Bolsonaro. Pereira também questionou a legitimidade de Eduardo Bolsonaro, descrevendo-o como um ‘escrivão da Polícia Federal fugitivo’. As divergências internas na direita refletem a indefinição sobre quais candidatos terão apoio nas próximas eleições presidenciais.
Em meio a tensões partidárias, Marcos Pereira expressa a importância de considerar outras opções além de Flávio Bolsonaro para a corrida pela Presidência. Com diversos nomes sendo cogitados, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, a direita ainda busca um consenso sobre quem apoiar. As críticas contra Tarcísio de Freitas e a postura de Eduardo Bolsonaro indicam a complexidade das alianças políticas no atual cenário brasileiro.
A incerteza sobre o apoio da direita a Flávio Bolsonaro ressalta a falta de consenso interno nos partidos de direita. Com líderes como Marcos Pereira destacando outras opções de candidatos, a disputa pela Presidência se torna mais acirrada. A divergência de opiniões expõe as divisões no espectro político, evidenciando a busca por uma candidatura que atenda aos interesses e expectativas dos diversos setores da direita brasileira.




