Ministro de Minas e Energia cobra investigação após transbordamento da Vale: medidas preventivas em busca de segurança e proteção.

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Após o reservatório da Vale transbordar, o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ordenou que a Agência Nacional de Mineração (ANM) investigue as responsabilidades pelo ocorrido. O episódio aconteceu na madrugada do dia em que a tragédia de Brumadinho completou sete anos. O Ministro cobrou uma fiscalização rigorosa sobre todas as estruturas impactadas, garantindo a segurança das comunidades locais e proteção do meio ambiente.

Um vídeo mostra o fluxo de água após o rompimento do dique da Vale em Congonhas. Alexandre Silveira também solicitou a abertura de um processo para apuração das responsabilidades do acidente, com “rigor e celeridade”. Além disso, ele exigiu a imediata adoção de fiscalização rigorosa sobre as estruturas afetadas. A ANM deverá implementar as medidas necessárias para a solução da ocorrência, incluindo a interdição da operação, se necessário, conforme avaliação técnica.

De acordo com as informações da Vale, a estrutura que transbordou pertence à mina de Fábrica, localizada na região entre Ouro Preto e Congonhas, em Minas Gerais. Mesmo com o acidente, as operações continuam normalmente, sem registro de feridos ou impactos na comunidade local. As equipes da Defesa Civil estadual estão no local para acompanhar a situação e avaliar possíveis impactos ambientais.

A Vale esclarece que o extravasamento de água não tem qualquer relação com as barragens da empresa na região, que seguem sem alterações em suas condições de estabilidade e segurança, sendo monitoradas constantemente. Por sua vez, a CSN Mineração informou que acompanha a situação de forma permanente e que todas as estruturas de contenção de sedimentos da empresa estão operando normalmente. As autoridades competentes já foram comunicadas sobre o ocorrido.

O Ministro Alexandre Silveira reforçou a importância de medidas urgentes para garantir a segurança das comunidades locais e a proteção do meio ambiente. Ele determinou que a ANM aprimore as ações normativas e práticas operacionais para evitar situações semelhantes no futuro. Além disso, órgãos estaduais e o Ministério Público podem ser acionados para apurar responsabilidades e adotar medidas cabíveis para reparação de eventuais danos.

Em resumo, a investigação sobre o transbordamento do reservatório da Vale em Congonhas segue em andamento, com cobranças do Ministro por rigor na apuração e adoção de medidas preventivas. As mineradoras envolvidas no incidente afirmam estar monitorando a situação e colaborando com as autoridades competentes. A prioridade é proteger as pessoas, comunidades e meio ambiente, enquanto se busca esclarecer as causas do acidente e evitar ocorrências futuras semelhantes.

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