A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele também receba assistência religiosa de um padre. A pedido de Bolsonaro, Moraes autorizou, no dia 15 de janeiro, visitas semanais dos líderes evangélicos Robson Lemos Rodovalho e Thiago Macieira Manzoni. Agora, o ex-presidente solicitou a assistência de um religioso da Igreja Católica, o padre Paulo M. Silva. Moraes determinou que os encontros de Bolsonaro com os pastores devem ocorrer uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, de forma individual, com duração máxima de uma hora. A defesa de Bolsonaro quer a inclusão do padre nesse programa de assistência.




