Justiça é feita: Ex-noivo é condenado pela morte da técnica em enfermagem em Manaus

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Recentemente, foi noticiado o desfecho de um caso que chocou a população de Manaus, envolvendo o assassinato da técnica em enfermagem Viviane Costa. O ex-noivo da vítima, Alesson Pessoa Mota, foi condenado a 37 anos, três meses e 15 dias de prisão em regime fechado pelo crime. Após mais de dois anos foragido, ele foi capturado pela Rocam no bairro Tarumã, Zona Oeste da cidade.

O trágico episódio que resultou na morte de Viviane teve como mandante Alesson, que não aceitou o fim do relacionamento e contratou o policial reformado Francisco de Almeida para executá-la. Em 2012, houve uma tentativa de homicídio contra a vítima, mas foi em maio de 2013 que ela foi fatalmente atingida por dois disparos. A decisão judicial não só condenou Alesson, mas também Francisco, que recebeu uma sentença de 33 anos, nove meses e 19 dias de prisão.

O julgamento que culminou nas condenações dos envolvidos aconteceu no Fórum Henoch Reis, em julho de 2025, sendo presidido pelo juiz Lucas Couto Bezerra. O Ministério Público do Estado do Amazonas teve papel fundamental na acusação, representado pelo promotor Thiago de Melo Roberto Freire, com o auxílio das advogadas Tallita Lindoso Silva e Cíntia Rossette de Souza como assistentes. Durante o processo, Alesson negou participação no crime, limitando-se a comparecer somente nos dois primeiros dias do julgamento.

As investigações apontaram que Francisco efetuou os disparos contra Viviane em duas ocasiões, a mando de Alesson, sendo que a vítima sobreviveu à primeira tentativa. No entanto, o segundo ataque foi fatal, levando à morte da técnica em enfermagem. Viviane chegou a relatar à polícia que o crime foi encomendado por seu ex-noivo, o que contribuiu para a resolução do caso e a condenação dos envolvidos.

Com a conclusão do processo judicial, os mandados de prisão foram expedidos e os réus foram considerados foragidos até serem capturados pelas autoridades. A prisão de Alesson marca o desfecho de um caso que causou comoção na sociedade manauara, trazendo um pouco de justiça para a família de Viviane Costa. Espera-se que a condenação sirva de exemplo e incentive a prevenção de casos semelhantes no futuro.

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