25 dias de buscas: falta de indícios desafia força-tarefa no caso das crianças
desaparecidas no Maranhão
Diante da falta de pistas, a força-tarefa foi reduzida, enquanto a investigação policial foi intensificada. Força-tarefa continua atuando em áreas de mata fechada, rios e lagos, na zona rural de Bacabal.
Crianças vistas em hotel em São Paulo não são os irmãos desaparecidos no Maranhão
As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completam 25 dias nesta quarta-feira (28) sem qualquer vestígio do paradeiro deles. A força-tarefa segue atuando em áreas de mata e na outra margem do Rio Mearim, onde cães farejadores chegaram a identificar cheiro compatível com o dos irmãos.
Mesmo após varreduras minuciosas por terra, água e ar, as equipes não encontraram novos indícios. Diante da falta de pistas, a força-tarefa foi reduzida, enquanto a investigação policial foi intensificada.
O delegado-geral adjunto operacional da Polícia Civil, Ederson Martins, disse ao DE que “enquanto não tiver localização de mais indícios, tudo pode ter acontecido”. Segundo ele, a principal a principal linha de investigação é de que os meninos se perderam na mata.
A Polícia Civil de São Paulo descartou a hipótese de que Ágatha e Allan teriam sido vistos em um hotel no Centro da capital paulista. De acordo com a polícia, equipes foram até o endereço apontado na denúncia e constataram que as crianças encontradas não são os irmãos desaparecidos.
As crianças estão desaparecidas desde o dia 4 de janeiro no povoado São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão.
A força-tarefa adotou também o protocolo Amber Alert, alerta internacional em caso de desaparecimento de crianças. O sistema Amber Alert emite alertas emergenciais em casos de desaparecimento ou sequestro de crianças e utiliza plataformas da Meta, como Facebook e Instagram, para divulgar informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento.




