Empresário Sérgio Nahas deixa presídio na Bahia e será transferido para São Paulo: ‘Completamente inocente’

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Sérgio Nahas deixa presídio na Bahia e será transferido para São Paulo: ‘Completamente inocente’

A transferência do empresário, que estava preso na Bahia quase 24 anos após matar a esposa, acontecerá nesta quinta-feira (29). Nahas foi detido em Praia do Forte, distrito turístico em Mata de São João, quase 24 anos após ser condenado por matar a companheira, Fernanda Orfali, em São Paulo.

O empresário Sérgio Nahas, que foi preso na Bahia quase 24 anos após o crime, será transferido do presídio em que estava, em Salvador, para o estado de São Paulo, no início da tarde desta quinta-feira (29). Nahas foi capturado no último dia 17, em Praia do Forte, distrito turístico de Mata de São João, e permaneceu sob custódia do sistema prisional baiano pelos últimos 10 dias.

Na saída do Instituto Médico Legal (IML) da capital baiana, Nahas se pronunciou com exclusividade à equipe da TV Bahia, afirmando que se considera “completamente inocente”. Ele expressou preocupações com a possibilidade de morrer dentro do presídio, argumentando que o caso foi um suicídio e não um homicídio, como foi condenado.

A Justiça autorizou a transferência do empresário na última quinta-feira (22), após um pedido feito pela polícia do estado. A transferência foi coordenada pelo Departamento de Homicídio de Proteção à Pessoa (DHPP), e policiais vieram buscar o detento para levá-lo a São Paulo.

Sérgio Nahas foi preso após ser reconhecido por uma câmera de identificação facial da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) em Praia do Forte. A Polícia Militar foi acionada e o empresário foi detido no apartamento em que estava hospedado, onde foi encontrado com drogas no momento da prisão, também portando três celulares, cartões de crédito e um veículo da marca Audi.

O empresário havia sido condenado a oito anos e dois meses de prisão em regime fechado pelo assassinato da esposa, Fernanda Orfali, e estava foragido, tendo seu nome e foto incluídos na lista vermelha da Interpol. A defesa de Sérgio Nahas considerou a prisão um dos casos de maior injustiça do Brasil, alegando que ele já residia na Bahia antes do mandado de prisão ser expedido e não tinha intenção de desobedecer as determinações judiciais.

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