Reino Unido e China firmam parceria e isenção de visto para impulsionar negócios internacionais

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A partir de agora, os cidadãos do Reino Unido terão a possibilidade de viajar para a China sem a necessidade de visto para estadias de até 30 dias. Essa decisão, que abrange viagens de turismo e negócios, foi discutida durante a visita oficial à Ásia do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, com o presidente chinês, Xi Jinping. Essa medida visa facilitar o processo de entrada de britânicos na China e promover a aproximação econômica entre os dois países.

Anteriormente, o governo chinês havia manifestado interesse em analisar ativamente a isenção de visto para cidadãos britânicos, e agora essa medida foi oficialmente aprovada. Com essa mudança, o Reino Unido passará a fazer parte de um grupo de aproximadamente 50 países cujos cidadãos têm acesso sem visto para viagens curtas à China. Dentre esses países estão França, Espanha, Itália e Alemanha.

Atualmente, o processo de obtenção de visto chinês para cidadãos britânicos pode ser custoso e demorado, com um valor acima de 100 libras e levando cerca de uma semana para ser emitido. A isenção de visto também vem acompanhada de um estudo de viabilidade para a possibilidade de estabelecimento de um acordo bilateral de serviços entre o Reino Unido e a China, o que traria benefícios para empresas britânicas que pretendem atuar no mercado chinês.

Durante a visita oficial, Starmer ressaltou a importância da facilitação do acesso das empresas britânicas à China, uma vez que a China é uma das maiores potências econômicas globais. Ele enfatizou que a isenção de vistos é parte desse esforço de promover a expansão internacional das empresas e impulsionar o crescimento e emprego no Reino Unido. Com a China sendo a segunda maior economia do mundo e terceiro maior parceiro comercial do Reino Unido, essa parceria bilateral tem grande potencial.

Além da isenção de vistos, os dois países também firmaram uma nova parceria para ampliar o acesso das empresas britânicas ao mercado chinês. Essa parceria engloba áreas como saúde, educação e serviços profissionais, financeiros e jurídicos. Esse movimento faz parte de um esforço mais amplo para fortalecer os laços econômicos entre Londres e Pequim, em um contexto de reorganização das relações comerciais globais.

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