O orçamento do Palmeiras para 2026, aprovado pelo Conselho Deliberativo ainda no fim do ano passado, tem como sua maior fonte de receitas as negociações de atletas. O clube projeta que R$ 400 milhões da arrecadação prevista de R$ 1,2 bilhão neste ano venha de vendas. Em um mês, quase metade do valor projetado já foi atingido. O Palmeiras arrecadou R$ 134 milhões em vendas em janeiro, com destaques para as vendas de Aníbal Moreno ao River Plate por R$ 39 milhões e de Facundo Torres ao Austin FC por R$ 52 milhões.
O clube ainda conseguiu lucrar mantendo participações nos direitos econômicos de outros atletas. Mesmo liberando Breno Lopes gratuitamente para o Fortaleza, o Palmeiras ficou com 50% dos direitos, gerando um lucro de R$ 7,5 milhões na transferência para o Coritiba. Além disso, garantiu mais R$ 25,5 milhões com a venda de Jhon Jhon do RB Bragantino para o Zenit. Luis Guilherme, cria da Academia Palmeirense que estava no West Ham, foi negociado com o Sporting, rendendo ao clube cerca de R$ 2,5 milhões pelo mecanismo de solidariedade da Fifa.
Os R$ 400 milhões foram projetados com base na média das vendas dos últimos três anos, nos quais o Palmeiras realizou transações milionárias com jovens talentos enviados ao futebol europeu. O Alviverde possui mais de 140 jogadores formados na Academia de Futebol que não alcançaram o time principal, mas ainda representam potencial lucrativo para o clube com futuras transferências. Esses atletas são uma espécie de poupança para o Palmeiras, aguardando oportunidades de negócio rentáveis.
As vendas até o momento incluem Aníbal Moreno para o River Plate por R$ 39 milhões, Breno Lopes com participação de R$ 7,5 milhões, Facundo Torres para o Austin FC por R$ 52 milhões, Jhon Jhon para o Zenit por R$ 25,5 milhões e Luis Guilherme para o Sporting por R$ 2,5 milhões. O total arrecadado foi de R$ 126,5 milhões, demonstrando o sucesso do Palmeiras nas negociações de seus atletas.




